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Vorcaro pagava R$ 1 milhão por mês a núcleo de intimidação e obstrução à Justiça
Publicado 04/03/2026 • 14:51 | Atualizado há 1 uma semana
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Publicado 04/03/2026 • 14:51 | Atualizado há 1 uma semana
KEY POINTS
Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil.
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Luiz Philippi Machado de Moraes Mourão, apelidado de “Sicário”, recebia R$ 1 milhão por mês de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, pelos serviços prestados pelo núcleo de intimidação e obstrução à Justiça, segundo decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), que deflagrou a terceira fase da Operação Compliance Zero na manhã desta quarta-feira (4).
Procurada, a defesa de Vorcaro disse que “o empresário sempre esteve à disposição das autoridades, colaborando de forma transparente com as investigações desde o início”. Segundo a decisão, Sicário era o “responsável pela execução de atividades voltadas à obtenção de informações sigilosas, monitoramento de pessoas e neutralização de situações consideradas sensíveis”.
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A operação ligada ao Master tinha quatro núcleos operacionais: crime financeiro, corrupção, lavagem de dinheiro e intimidação.
De acordo com a decisão, Mourão recebia R$ 1 milhão por mês de Vorcaro, por meio de Fabiano Zettel, cunhado do banqueiro. Numa das mensagens de WhatsApp, Ana Claudia Queiroz de Paiva pergunta se o pagamento “vai ser 1 mm, como normalmente?”, ao que Vorcaro responde “Sim”. A conta pertence à empresa King Empreendimentos Imobiliários, de Belo Horizonte. Sicário coordenava “A Turma”, estrutura utilizada para realizar atividades de vigilância e coleta de informações de adversários.
O grupo obtinha dados de autoridades e jornalistas e removia conteúdos usando solicitações de órgãos públicos falsas. Sicário também organizava ações destinadas a pressionar ou intimidar indivíduos críticos ao grupo. Um deles foi o jornalista Lauro Jardim, a quem Vorcaro mandou “dar um pau e quebrar todos os dentes”.
“Ao longo de toda a representação policial, há inúmeros episódios: Vorcaro utilizando Mourão, a ‘Turma’ e os ‘Meninos’ dele para a prática dos mais variados ilícitos”, escreve Mendonça.
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