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Ânima e Cogna disparam na bolsa após JPMorgan colocar empresas como destaque no ciclo de queda dos juros
Publicado 07/01/2026 • 12:55 | Atualizado há 1 uma semana
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Publicado 07/01/2026 • 12:55 | Atualizado há 1 uma semana
Unsplash
Prédio do JPMorgan
As ações do setor de Educação movimentam a bolsa de valores nesta quarta-feira (7) após relatório do JPMorgan colocar as gigantes do mercado Ânima e Cogna como empresas que podem aproveitar da melhor maneira o ciclo de queda dos juros no Brasil, que deve ser deflagrado no primeiro trimestre deste ano.
Perto das 12h, a Ânima (ANIM3) subia 7,93%, a R$ 3,81, e a Cogna (COGN3) avançava 5,71%, a R$ 3,52.
“Elevamos Ânima para Overweight (OW) e a tornamos nossa principal escolha, por ser a maior beneficiária do ciclo de afrouxamento monetário que deve começar em março”, disse o JP Morgan em relatório.
Para o banco, cada redução de 1 ponto percentual na curva de juros do fim de 2026 aumenta o lucro da Ânima em 8 pontos percentuais. Os concorrentes não devem passar de 7 pp.
A projeção é de que a empresa negocie a 4,1x P/L em 2026 e 2,9x P/L em 2027.
O JPMorgan projeta a Selic em 11,5% ao final desta no, abaixo das expectativas do boletim Focus, que prevê a taxa básica em 12,25%.
Da mesma maneira, o banco elevou as projeções para Cogna, “diante de uma perspectiva forte de crescimento em 2026 e avaliações atrativas”.
Por outro lado, a Yduqs (YDUQ3) sofre. A empresa tinha o pior desempenho do Ibovespa no horário mencionado, caindo 4,65%, a R$ 12,30. O desempenho também está relacionado com o relatório. O JP afirmou que a ação já negocia a múltiplos relativamente elevados, que devem cair dos atuais 7,1x P/L em 2026 para 4,7x em 2027.
Além disso, o banco disse se frustrar com o guidance da empresa: queda do lucro ajustado de até R$ 2 por ação para R$ 1,53 em 2025 e de até R$ 3,20 para R$ 1,99 em 2026.
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