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O novo Dia das Mães – a virada do mercado de consumo no Brasil
Publicado 10/05/2026 • 12:00 | Atualizado há 3 dias
Publicado 10/05/2026 • 12:00 | Atualizado há 3 dias
Divulgação / Arezzo
Dia das Mães da Arezzo
Por muito tempo, o Dia das Mães foi tratado quase exclusivamente como uma data de varejo: flores, eletrodomésticos, perfumes e campanhas emocionais voltadas ao consumo imediato. Mas o mercado mudou e as marcas também.
Hoje, mais do que vender produtos, empresas de moda, beleza e lifestyle passaram a disputar algo muito mais valioso: experiência, conexão emocional e tempo de atenção.
Não por acaso, o Dia das Mães se consolidou também como uma das datas mais estratégicas para ativações presenciais, talks, experiências de marca, encontros exclusivos e produção de conteúdo proprietário.
Um estudo global da Eventbrite mostrou que mais de 75% dos millennials preferem investir em experiências do que em bens materiais. Esse dado ajuda a explicar por que o mercado passou a direcionar investimentos para encontros presenciais, ativações imersivas, conteúdos proprietários e formatos capazes de aproximar emocionalmente marcas e consumidores.
O crescimento desse movimento é visível principalmente nos setores de moda, beleza e lifestyle, que passaram a operar cada vez mais próximos do entretenimento, da cultura, com uma experiência que transcende. O mercado tem se dedicado para se superar nesse quesito.
O consumidor atual não busca apenas produto, ele quer repertório, identificação, pertencimento e construção de narrativa.
E isso muda completamente a lógica da publicidade tradicional.
Hoje, eventos, talks, encontros e experiências presenciais funcionam como ferramentas de branding muito mais sofisticadas do que campanhas puramente comerciais. O objetivo deixou de ser apenas vender uma peça ou um serviço. A intenção agora é criar vínculo emocional e relevância cultural.
Alguns movimentos recentes ajudam a mostrar como esse mercado vem se transformando:
Recentemente, a Arezzo reuniu Silvia Braz e Ingrid Guimarães em um talk premium voltado a comportamento, imagem e estilo de vida. O movimento reforça uma tendência importante do mercado de moda: marcas passaram a investir em formatos que se aproximam mais do entretenimento e da conversa do que da publicidade tradicional.
O foco deixa de ser apenas produto e passa a incluir experiência, identificação e construção de comunidade.
Aqui, o presente é sim o sapato, e a bolsa, mas também uma experiencia memorável com pessoas que inspiram, mas que ao mesmo tempo se igualam quando falam de maternidade.
O setor de beleza também vive uma transformação importante. Salões e espaços premium deixaram de oferecer apenas serviços estéticos e passaram a construir experiências completas de bem-estar, imagem e lifestyle.
O MK Concept é um exemplo desse movimento. O espaço trabalha beleza associada à experiência, hospitalidade e relacionamento, reforçando um comportamento cada vez mais forte no mercado premium: consumidores buscam ambientes que entreguem não apenas resultado estético, mas sensação de pertencimento e experiência personalizada.
Aqui , o presente é proporcionar uma imersão as maes, que preze pelo cuidado em cuidar.
A lingerie também mudou de lugar dentro do mercado de consumo. Marcas deixaram de comunicar apenas sensualidade e passaram a trabalhar conceitos ligados a conforto, autoestima, identidade e bem-estar.
A Liz Lingerie acompanha diretamente essa transformação ao apostar em campanhas e narrativas que conversam com mulheres reais, diferentes corpos e diferentes momentos da vida. O produto continua importante, mas o discurso deixa claro que o consumo hoje está muito mais ligado à experiência emocional, identidade e propósito, do que apenas à estética.
Essa mudança revela um movimento maior do mercado: o consumo deixou de ser apenas
transacional.
Principalmente em datas como o Dia das Mães, cresce o valor da experiência, da memória e
da construção emocional entre marcas e consumidores.
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