Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Binance amplia liberação para saques após ataque hacker e retiradas já somam US$ 5,16 bilhões
Publicado 02/11/2026 • 10:59 | Atualizado há 3 horas
Defesa, saúde, criptomoedas e inteligência artificial: como as eleições de meio de mandato podem mexer com o mercado de ações nos Estados Unidos
Futuros das bolsas de Nova York sobem com queda do petróleo; investidores aguardam balanço da Apple e eleições nos EUA
Por que a IA está impulsionando os negócios de publicidade da Meta enquanto prejudica as buscas do Google?
Setor de criptomoedas investe mais de US$ 200 milhões nas eleições dos EUA para pressionar por regras favoráveis
Justiça dos EUA rejeita ação de Trump contra The Wall Street Journal por suposta carta a Epstein
Publicado 02/11/2026 • 10:59 | Atualizado há 3 horas
KEY POINTS
Foto: Unsplash
A Binance avançou na normalização dos serviços de saque após o ataque hacker que afetou a plataforma. A exchange liberou mais cinco moedas para retirada: dólar americano (USD), dirham dos Emirados Árabes Unidos (AED), dong vietnamita (VND), peso filipino (PHP) e rupia indonésia (IDR).
Com a ampliação das operações, o volume acumulado de retiradas alcançou US$ 5,165 bilhões (cerca de R$ 28 bilhões), de acordo com dados da plataforma DefiLlama.
A nova etapa se soma à liberação anterior de outras moedas, entre elas iene japonês (JPY), bolívar venezuelano (VES), real brasileiro (BRL), peso mexicano (MXN), peso argentino (ARS), dinar bareinita (BHD), tenge cazaque (KZT), euro (EUR), franco suíço (CHF), coroa tcheca (CZK), florim húngaro (HUF), dinar kuwaitiano (KWD), zloty polonês (PLN), leu romeno (RON), coroa sueca (SEK), franco congolês (CDF), xelim queniano (KES), leone de Serra Leoa (SLE), xelim ugandense (UGX), franco CFA da África Central (XAF), franco CFA da África Ocidental (XOF), kwacha zambiano (ZMW) e som quirguiz (KGS).
Leia mais: Ataque à Binance: como funciona a custódia de criptomoedas e quem controla os ativos dos clientes?
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCEm seu comunicado mais recente, a empresa afirmou que iniciou a retomada gradual dos saques no domingo. A Binance também informou que, depois de uma concentração inicial de solicitações, as retiradas perderam intensidade e começaram a se estabilizar. Os depósitos, por sua vez, continuaram em níveis elevados.
Entre 6h e 15h30 (UTC) de 1º de novembro, a exchange processou US$ 4,649 bilhões (aproximadamente R$ 25,2 bilhões) em saques e recebeu US$ 1,01 bilhão (cerca de R$ 5,47 bilhões) em depósitos. O saldo foi uma saída líquida de aproximadamente US$ 3,64 bilhões (R$ 19,7 bilhões).
Segundo a companhia, esse fluxo corresponde a 2,1% dos US$ 171 bilhões (cerca de R$ 926,9 bilhões) em ativos totais sob gestão. A referência utilizada é o relatório mais recente de Prova de Reservas (PoR), publicado em 28 de outubro. A Binance acrescentou que fez um novo registro de suas reservas e deu início ao cálculo da prova de conhecimento zero (ZKP). A expectativa da empresa é disponibilizar em breve a versão atualizada do relatório em sua página de Prova de Reservas.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
Em semana de decisão do Copom, Lula terá encontro com Lara Resende, um dos pais do Real e crítico dos juros altos
2
Avião cai em área residencial na Flórida e mata 9 pessoas; veja vídeo
3
Leilão do Banco Master reúne 447 lotes, de cadeiras Herman Miller a TV de 98 polegadas, com lances a partir de R$ 21; veja os itens
4
Cotado para a Fazenda, Rafael Fonteles reduziu a dívida do Piauí, mas acumulou déficits
5
Alerta a aliado de Lula teria adiado fuga de Flávio Bolsonaro para os EUA
Seu dinheiro está seguro em corretora de criptomoedas? Sete perguntas após ataque à Binance e o que é autocustódia
Binance sofreu 'roubo do século' por credenciais e acessos, e não por quebra de criptografia, dizem especialistas