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Setor do cacau no Brasil monitora apuração dos EUA sob Seção 301
Publicado 03/06/2026 • 23:15 | Atualizado há 46 minutos
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Publicado 03/06/2026 • 23:15 | Atualizado há 46 minutos
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Divulgação Rivulis
A Associação Nacional das Indústrias Processadoras de Cacau (AIPC) informou que acompanha atentamente os desdobramentos da investigação conduzida pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR), com base na Seção 301 da legislação comercial norte-americana, mas considera prematuro fazer avaliações conclusivas sobre possíveis impactos para a cadeia brasileira do cacau.
Segundo nota divulgada hoje pela entidade, até o momento não houve publicação de medida definitiva nem definição sobre a eventual aplicação de tarifas adicionais a produtos brasileiros. A AIPC destaca que, na frente relacionada às chamadas práticas comerciais restritivas, o cacau e seus derivados constam na lista de exceções divulgada até agora. Já no caso da investigação ligada a alegações de trabalho forçado, ainda não está claro quais produtos poderão ser afetados.
Diante das incertezas, a associação afirma que o alcance das medidas, a abrangência de eventuais exceções e as condições de implementação dependerão das decisões que vierem a ser formalmente adotadas pelas autoridades norte-americanas ao final do processo.
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A entidade informou ainda que mantém diálogo com o governo federal e com os demais segmentos da cadeia produtiva, acompanhando os possíveis reflexos para a indústria processadora, os produtores rurais e o comércio bilateral entre Brasil e Estados Unidos.
Em nota, a AIPC manifestou confiança na atuação dos ministérios das Relações Exteriores, da Agricultura, da Fazenda e do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços na condução das negociações com as autoridades norte-americanas. A associação também ressaltou que a relação comercial entre os dois países é marcada por uma longa trajetória de cooperação e complementaridade, defendendo o diálogo institucional e a busca de soluções negociadas como caminhos para preservar a previsibilidade e a segurança do comércio internacional.
A AIPC afirmou que continuará monitorando o tema e voltará a se manifestar à medida que houver definições oficiais sobre a investigação.
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