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Bridgestone registra receita recorde em primeiro trimestre
Publicado 14/05/2026 • 09:29 | Atualizado há 58 minutos
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Publicado 14/05/2026 • 09:29 | Atualizado há 58 minutos
KEY POINTS
Divulgação/Bridgestone
A Bridgestone registrou receita recorde de ¥1,113 trilhão no primeiro trimestre, uma alta de 5% em comparação anual.
A Bridgestone registrou receita recorde de 1,113 trilhão ienes no primeiro trimestre, uma alta de 5% em comparação anual. Em balanço divulgado nesta quinta-feira (14), a maior fabricante de pneus registrou um lucro operacional ajustado de 122,2 bilhões ienes, avançando 10%. Já o lucro líquido atribuível aos acionistas saltou 21%, para 92,1 bilhões ienes. A margem operacional subiu de 10,5% para 11%.
Segundo a companhia, o trimestre foi beneficiado pelo enfraquecimento do iene frente ao dólar e ao euro, movimento que favorece empresas exportadoras japonesas. O efeito cambial adicionou cerca de 5 bilhões de ienes ao lucro operacional da Bridgestone no período.
Nos Estados Unidos, a Bridgestone ampliou a participação de mercado. As vendas da companhia superaram o desempenho do mercado tanto no segmento de pneus para veículos de passeio quanto no de caminhões e ônibus.
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Na Europa, os resultados também chamaram atenção. A operação da região mais que dobrou o lucro operacional ajustado, com crescimento de 109%, enquanto a margem avançou de 4,4% para 8,3%, refletindo expansão das vendas de pneus premium.
Apesar do desempenho, a empresa alertou para um ambiente externo mais desafiador. A Bridgestone manteve inalterada sua projeção para 2026, mas afirmou que monitora com cautela os impactos geopolíticos no Oriente Médio e a alta dos preços do petróleo.
A companhia estima um impacto bruto de aproximadamente 70 bilhões ienes em inflação de custos caso o petróleo permaneça em torno de US$90 por barril até o fim do ano, pressionando gastos com matérias-primas, energia e logística.
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As tarifas impostas pelos Estados Unidos também seguem no radar. Segundo a Bridgestone, o impacto esperado das tarifas permanece em cerca de 55 bilhões de ienes. No primeiro trimestre, o efeito negativo das medidas tarifárias foi de aproximadamente 10 bilhões de ienes sobre o lucro operacional.
O balanço também mostrou melhora na geração de caixa da companhia. O fluxo de caixa livre avançou para 108,7 bilhões de ienes no trimestre, enquanto a Bridgestone segue executando seu programa de recompra de ações de até 150 bilhões ienes anunciado em fevereiro. Até o fim de abril, cerca de 51% do plano já havia sido executado.
Leia mais: Bridgestone eleva lucro e aumenta dividendos para 2026
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