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China negocia com Walmart após pedido de redução de preços, diz mídia estatal
Publicado 12/03/2025 • 10:43 | Atualizado há 1 ano
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Publicado 12/03/2025 • 10:43 | Atualizado há 1 ano
KEY POINTS
Walmart supera previsões de receita no 2º tri e eleva projeções para 2024, apesar da pressão das tarifas de Trump.
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O Ministério do Comércio da China realizou negociações com o Walmart após relatos de que a gigante varejista dos EUA solicitou reduções de preços de fornecedores chineses para compensar custos com tarifas, informou um veículo estatal nesta quarta-feira (12).
O anúncio veio após a Bloomberg noticiar na última quinta-feira (6) que o Walmart pediu a alguns fornecedores chineses, incluindo fabricantes de utensílios de cozinha e roupas, que reduzissem os preços em até 10% a cada nova rodada de tarifas dos EUA.
“Se isso for verdade, é irracional que o Walmart exija que os fornecedores chineses arquem com todas as tarifas, o que pode prejudicar a concorrência justa e a ordem do comércio exterior”, afirmou o relatório, segundo tradução da CNBC.
A medida do Walmart “pode gerar o risco de interrupção da cadeia de suprimentos e prejudicar os interesses de empresas chinesas e americanas, além dos consumidores dos EUA”, acrescentou o relatório, alertando para novas ações caso a empresa não corrija sua postura.
A tarifa extra de 10% sobre produtos chineses, imposta pelo presidente dos EUA, Donald Trump, entrou em vigor em 4 de março, após uma tarifa inicial de 10% aplicada em 4 de fevereiro.
Segundo a Bloomberg, a maioria dos fornecedores chineses já enfrenta margens de lucro extremamente reduzidas, uma vez que o Walmart adquire produtos a preços baixos para manter sua competitividade.
Empresas chinesas e americanas devem “trabalhar juntas” para responder à “imposição unilateral de tarifas” pelos EUA, afirmou a mídia estatal chinesa.
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Este conteúdo foi fornecido pela CNBC Internacional e a responsabilidade exclusiva pela tradução para o português é do Times Brasil.
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