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Dona do Mounjaro, Eli Lilly paga até US$ 2,3 bilhões por biotech de tratamento de câncer
Publicado 28/04/2026 • 07:43 | Atualizado há 1 hora
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Publicado 28/04/2026 • 07:43 | Atualizado há 1 hora
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Getty Images
Dona do Mounjaro, a Eli Lilly anunciou a compra da Ajax Therapeutics, biotech especializada em tipos raros de câncer no sangue, como mielofibrose e policitemia vera. O valor do negócio pode chegar a US$ 2,3 bilhões em dinheiro.
O principal ativo da Ajax é o AJ1-11095, medicamento experimental tomado uma vez ao dia. Ele foi desenvolvido para resolver um problema conhecido: os tratamentos hoje aprovados para essas doenças funcionam por um tempo, mas muitos pacientes perdem a resposta ou precisam interromper o uso.
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Segundo informações da Ajax, o AJ1-11095 promete agir de forma diferente, inclusive para quem já se tornou resistente às terapias existentes. O ensaio clínico de Fase 1 começou no fim de 2024, e os primeiros dados devem ser divulgados ainda em 2026.
A Lilly já era investidora estratégica fundadora da Ajax. Jacob Van Naarden, presidente da divisão de oncologia da Eli Lilly, afirmou que a companhia pretende avançar rapidamente para ensaios clínicos de registro após a apresentação dos dados iniciais.
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“Como investidora estratégica fundadora da Ajax, a Lilly sempre acreditou na abordagem e está entusiasmada com o potencial do AJ1-11095 para oferecer uma eficácia mais profunda e duradoura do que os tratamentos disponíveis, com um perfil de tolerabilidade que permitiria aos pacientes permanecerem em terapia por mais tempo e ser usado tanto em primeira quanto em segunda linha”, disse.
A conclusão do negócio ainda depende de aprovações regulatórias, incluindo a análise antitruste prevista pela lei Hart-Scott-Rodino, nos Estados Unidos.
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Na semana passada, em 20 de abril, a Eli Lilly anunciou a aquisição da Kelonia Therapeutics, biotech especializada em terapias contra o câncer. O acordo prevê pagamento inicial de US$ 3,25 bilhões, com valor total que pode chegar a US$ 7 bilhões (R$ 35 bilhões) dependendo do cumprimento de marcos clínicos, regulatórios e comerciais. A conclusão da transação está prevista para o segundo semestre de 2026.
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A Kelonia desenvolve uma abordagem chamada in vivo CAR-T, que reprograma as células T do paciente diretamente dentro do corpo para que ataquem o tumor. A tecnologia representa uma alternativa ao método atual, no qual as células precisam ser retiradas do paciente, modificadas em laboratório e depois reintroduzidas no organismo, um processo considerado logisticamente complexo e de acesso restrito.
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