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Após disparada em março, avanço do diesel perde fôlego em abril, mas ainda sustenta alta dos combustíveis
Publicado 29/04/2026 • 18:12 | Atualizado há 1 hora
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Publicado 29/04/2026 • 18:12 | Atualizado há 1 hora
KEY POINTS
Fernando Frazão / Agência Brasil
Os preços dos combustíveis continuam em trajetória de alta no Brasil em abril, mas já mostram sinais de perda de ritmo após os picos registrados no fim de março. Segundo levantamento da ValeCard, o movimento atual indica uma fase de absorção dos reajustes, com o diesel S-10 ainda como principal fator de pressão.
Na média nacional, o diesel S-10 subiu 6,38% no mês, passando de R$ 6,893 em março para R$ 7,333 por litro em abril, mantendo-se como o combustível com maior impacto sobre os preços.
Apesar da desaceleração no ritmo, a elevação dos preços ainda ocorre de forma desigual pelo País. Em alguns Estados, os aumentos superam 8%, como no Paraná (+9,10%), São Paulo (+8,67%), Distrito Federal (+8,18%), Sergipe (+8,10%) e Paraíba (+8,06%).
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O Acre foi a única unidade da federação a registrar queda no período, com o litro passando de R$ 7,211 em março para R$ 6,827 em abril, recuo de 5,33%.
Os demais combustíveis também apresentaram alta, mas em ritmo mais contido.
A gasolina avançou de R$ 6,706 para R$ 6,910 por litro, aumento de R$ 0,204 (+3,04%). Já o etanol subiu de R$ 4,847 para R$ 4,878, variação de 0,64%.
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Os dados consideram transações realizadas entre 1º e 26 de abril em mais de 25 mil postos credenciados, refletindo os preços efetivamente pagos pelos consumidores.
De acordo com o diretor de Mobilidade e Operações da ValeCard, Marcelo Braga, o comportamento dos preços mudou ao longo do período.
“A pressão começou a se intensificar a partir da segunda quinzena de março, com um pico concentrado entre o fim do mês e o início de abril”, afirmou.
Segundo ele, o movimento atual indica inflexão na trajetória de alta. “O que observamos é uma desaceleração e tendência de acomodação ao longo das próximas semanas”, explicou.
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Apesar dos sinais de estabilização no curto prazo, o ambiente segue sujeito a oscilações.
Braga destacou que fatores externos podem influenciar a formação de preços, como mudanças na dinâmica da Opep, incluindo a recente saída dos Emirados Árabes Unidos.
“Há sinais de estabilização no curto prazo, mas o ambiente ainda exige atenção”, concluiu.
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