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Lucro da Disney cresce em streaming e parques, compensando queda na TV tradicional
Publicado 06/08/2025 • 10:14 | Atualizado há 8 meses
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Publicado 06/08/2025 • 10:14 | Atualizado há 8 meses
KEY POINTS
MICHAEL M. SANTIAGO / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / Getty Images via AFP
O logotipo da Walt Disney é exibido no pregão da Bolsa de Valores de Nova York durante o pregão da manhã de 1º de dezembro de 2023, na cidade de Nova York.
A Disney divulgou nesta quarta-feira (6) os resultados do terceiro trimestre fiscal, encerrado em 28 de junho. A empresa registrou um lucro acima do esperado, impulsionado pelo crescimento no segmento de streaming e pelo aumento nos gastos dos consumidores em seus parques temáticos. A receita, no entanto, ficou ligeiramente abaixo das projeções dos analistas.
Veja os principais números divulgados pela Disney, em comparação com as estimativas de Wall Street, segundo dados da LSEG:
O lucro líquido no trimestre foi de US$ 5,26 bilhões, ou US$ 2,92 por ação, mais que o dobro dos US$ 2,62 bilhões (US$ 1,43 por ação) registrados no mesmo período do ano anterior. Ajustando por itens não recorrentes, principalmente benefícios fiscais relacionados à compra da participação da Comcast no Hulu, o lucro por ação ficou em US$ 1,61.
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A receita total da Disney subiu 2%, chegando a US$ 23,65 bilhões, e ficou abaixo das expectativas dos analistas pela primeira vez desde maio de 2024.
A companhia registrou crescimento contínuo em seu negócio de streaming, apesar da pressão sobre os pacotes tradicionais de TV, que enfrentam queda no número de assinantes.
Nesta quarta-feira (6), a Disney também elevou sua projeção para o lucro ajustado de 2025, e agora espera US$ 5,85 por ação no ano fiscal, um aumento de 18% em relação a 2024. Em maio, a previsão era de US$ 5,75.
A receita do segmento de entretenimento da Disney, que inclui redes tradicionais de TV, streaming direto ao consumidor e produções cinematográficas, cresceu 1%, alcançando US$ 10,7 bilhões.
Dentro desse segmento, a receita do streaming direto ao consumidor subiu 6%, totalizando US$ 6,18 bilhões. No entanto, o desempenho foi prejudicado pelo segmento de TV tradicional, cuja receita caiu 15%, para US$ 2,27 bilhões.
O serviço de streaming Disney+ foi o principal responsável pelo crescimento do segmento, com 1,8 milhão de novos assinantes, chegando a um total de quase 128 milhões. Já o Hulu registrou alta de 1%, somando 55,5 milhões de assinantes.
A empresa disse esperar um aumento modesto no número de assinantes do Disney+ no quarto trimestre fiscal, em relação ao terceiro. No total, as assinaturas combinadas de Disney+ e Hulu devem crescer mais de 10 milhões no período atual.
A receita doméstica da ESPN subiu 1%, para US$ 3,93 bilhões, enquanto o lucro operacional doméstico caiu 7%, para US$ 1,01 bilhão, impactado pelos custos mais altos de programação e produção, principalmente com os direitos de transmissão da NBA e de esportes universitários.
Na terça-feira (5), a ESPN anunciou um acordo com a NFL, no qual a liga de futebol americano adquirirá uma participação de 10% na empresa.
Separadamente, nesta quarta-feira, a ESPN informou que seu novo aplicativo de streaming completo será lançado em 21 de agosto, e que eventos ao vivo da WWE estarão disponíveis na plataforma — e, em alguns casos, também na grade linear da ESPN.
A TV tradicional voltou a puxar para baixo o desempenho da unidade de entretenimento. O lucro operacional total das redes lineares, que inclui a ABC e canais pagos como o FX, caiu 28%, para US$ 697 milhões, devido à redução da receita publicitária, provocada por audiência menor e queda nos valores dos anúncios.
Enquanto isso, o segmento de experiências da Disney, que abrange parques temáticos, resorts, cruzeiros e produtos de consumo, registrou um crescimento de 8% na receita, totalizando US$ 9,09 bilhões. A receita dos parques domésticos subiu 10%, para US$ 6,4 bilhões, impulsionada por maior gasto dos visitantes, além de aumento no número de passageiros em cruzeiros e nas diárias de resorts.
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Este conteúdo foi fornecido pela CNBC Internacional e a responsabilidade exclusiva pela tradução para o português é do Times Brasil.
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