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Fusões e aquisições mantêm ritmo em 2025, impulsionadas pela tecnologia
Publicado 04/02/2026 • 08:45 | Atualizado há 3 meses
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Publicado 04/02/2026 • 08:45 | Atualizado há 3 meses
KEY POINTS
Reprodução.
O mercado de fusões e aquisições (M&A) encerrou 2025 com 1.433 transações, segundo dados da PwC consolidados até dezembro. O resultado sinaliza uma recuperação gradual e mantém o patamar elevado observado no pós-pandemia, ainda que abaixo do pico histórico de 2021.
A atividade segue fortemente concentrada no Sudeste, que respondeu por 67,8% das transações, com destaque para São Paulo, responsável por 52,5% do total nacional. Minas Gerais e Rio de Janeiro aparecem atrás, com participações próximas de 7% cada.
Leia também: Volume de M&A no Brasil cresce 8% e supera US$ 50 bilhões em 2025
O Sul concentrou 15,7%, enquanto Nordeste, Centro-Oeste e Norte seguem com peso reduzido no mapa de operações.
No recorte setorial, tecnologia liderou com folga: foram 453 transações, o equivalente a 31,6% do total. Na sequência aparecem bancos e mercados de capitais (87 operações), power & utilities (70), agribusiness (65) e serviços de apoio ao negócio (63).
Apesar da diversificação, o dado reforça a centralidade de ativos digitais e intensivos em inovação nas estratégias corporativas.
Do ponto de vista do perfil do comprador, o mercado segue majoritariamente estratégico. Compradores estratégicos responderam pela maior parte das operações ao longo da série histórica e mantiveram essa predominância em 2025.
O private equity segue relevante, mas distante dos níveis de participação observados no início da década passada. Em termos de origem do capital, empresas nacionais continuam dominando as aquisições, mesmo após o salto de interesse estrangeiro observado em 2021 e 2022.
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No recorte geográfico internacional, o Brasil permanece como principal origem dos compradores, com 7.347 transações acumuladas na série. Entre os estrangeiros, os Estados Unidos lideram com folga, seguidos por França, Reino Unido e Canadá. Em 2025, a participação relativa de compradores internacionais se manteve estável, sem sinal de nova onda de internacionalização.
O histórico mostra um mercado cíclico: após o forte crescimento entre 2019 e 2021, quando as transações saltaram de 912 para 1.659, houve retração em 2022 e 2023. A partir de 2024, o volume voltou a crescer, com alta de 6,9% em 2025, indicando retomada gradual, porém sem euforia.
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