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Meta critica plano australiano para que gigantes tecnológicas paguem por notícias
Publicado 04/06/2026 • 06:53 | Atualizado há 5 meses
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Publicado 04/06/2026 • 06:53 | Atualizado há 5 meses
KEY POINTS
Foto: Reprodução
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A gigante da tecnologia Meta criticou nesta quinta-feira (4) o plano da Austrália para obrigar as empresas de redes sociais a pagar pelas notícias, e expressou sua forte oposição a um projeto de lei nesse sentido.
Veículos tradicionais de todo o mundo lutam para sobreviver, no momento em que os leitores se informam cada vez mais pelas redes sociais. A Austrália quer que as empresas de tecnologia compensem os veículos locais por compartilhar artigos que geram tráfego em suas plataformas.
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“Nossa posição é clara: essa lei é mal elaborada, profundamente injusta, e não vai conseguir criar um setor de notícias diverso e sustentável”, afirmou a Meta, controladora do Facebook e Instagram, segundo a qual o projeto de lei “é discriminatório, economicamente incoerente e não criará o setor de notícias sustentável que os jornalistas e o público australianos merecem”.
A iniciativa dará às empresas a oportunidade de fechar acordos de conteúdo com veículos locais. Caso se recusem, estarão sujeitas a uma multa equivalente a 2,25% de sua receita na Austrália.
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Siga o Times | CNBCApresentado meses atrás, o projeto de lei foi elaborado para impedir que as empresas de redes sociais simplesmente removam as notícias de suas plataformas.
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Os defensores da iniciativa alegam que as empresas atraem usuários com o conteúdo jornalístico e geram uma receita publicitária que, de outra forma, iria para os veículos de imprensa.
Segundo a Universidade de Canberra, mais da metade dos australianos usa as redes sociais como fonte de notícias.
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