Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Meta critica plano australiano para que gigantes tecnológicas paguem por notícias
Publicado 04/06/2026 • 06:53 | Atualizado há 3 meses
LeBron James anuncia parceria com a Polymarket
Ritmo frenético de lançamentos provoca ‘fadiga de modelos’ na indústria de IA
Trump aumenta pressão sobre Warsh às vésperas de possível alta dos juros pelo Fed
Com chip chinês, o novo ‘robô pato’ da Hugging Face explodiu em vendas
O capitalismo de Estado de Trump chega ao setor petrolífero com acordo sem precedentes com a Venezuela
Publicado 04/06/2026 • 06:53 | Atualizado há 3 meses
KEY POINTS
Foto: Reprodução
EM EDIÇÃO Instagram é alvo do governo da Índia por anúncios ligados a abuso infantil; entenda
A gigante da tecnologia Meta criticou nesta quinta-feira (4) o plano da Austrália para obrigar as empresas de redes sociais a pagar pelas notícias, e expressou sua forte oposição a um projeto de lei nesse sentido.
Veículos tradicionais de todo o mundo lutam para sobreviver, no momento em que os leitores se informam cada vez mais pelas redes sociais. A Austrália quer que as empresas de tecnologia compensem os veículos locais por compartilhar artigos que geram tráfego em suas plataformas.
Leia também: Venda de US$ 80 bi em ações da Alphabet coloca Wall Street em “território sem precedentes”, diz Goldman Sachs
“Nossa posição é clara: essa lei é mal elaborada, profundamente injusta, e não vai conseguir criar um setor de notícias diverso e sustentável”, afirmou a Meta, controladora do Facebook e Instagram, segundo a qual o projeto de lei “é discriminatório, economicamente incoerente e não criará o setor de notícias sustentável que os jornalistas e o público australianos merecem”.
A iniciativa dará às empresas a oportunidade de fechar acordos de conteúdo com veículos locais. Caso se recusem, estarão sujeitas a uma multa equivalente a 2,25% de sua receita na Austrália.
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCApresentado meses atrás, o projeto de lei foi elaborado para impedir que as empresas de redes sociais simplesmente removam as notícias de suas plataformas.
Leia também: EXCLUSIVO CNBC: SpaceX mira maior IPO da história com preço fixo e avaliação de US$ 1,75 trilhão
Os defensores da iniciativa alegam que as empresas atraem usuários com o conteúdo jornalístico e geram uma receita publicitária que, de outra forma, iria para os veículos de imprensa.
Segundo a Universidade de Canberra, mais da metade dos australianos usa as redes sociais como fonte de notícias.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
Bilibili chega ao Brasil: veja os requisitos para monetizar
2
Mansur, ex-proprietário da Reag, oferece à PGR informações sobre R$ 20 bilhões atribuídos a Daniel Vorcaro
3
Uber demite 3.300 funcionários, acaba com home-office e elimina 20% dos gestores; ação avança 2% no pré-market
4
iPhone 18 Pro: veja tudo o que já foi revelado sobre o novo aparelho
5
Com dívidas, Chilli Beans nega recuperação judicial e anuncia novo vice-presidente