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Shein fracassa em sua estreia em Hong Kong, enfrentando dificuldades globais

Publicado 01/09/2026 • 11:30 | Atualizado há 54 minutos

KEY POINTS

  • A varejista de moda rápida Shein teve uma estreia tímida em Hong Kong na terça-feira, após arrecadar US$ 1,7 bilhão em uma oferta pública inicial de ações de grande repercussão.
  • A abertura de capital ocorre depois que os planos da empresa de listar suas ações em Nova York e Londres foram frustrados pelo escrutínio regulatório.
  • O preço de suas ações despencou na abertura em até 10%, antes de se recuperar e fechar o dia com queda de apenas 0,1%, a HK$ 48,5.

Foto: Unsplash

A Shein teve uma estreia tímida em Hong Kong, após arrecadar US$ 1,7 bilhão em uma oferta pública inicial de ações de grande repercussão.

A varejista de moda rápida Shein teve uma estreia tímida em Hong Kong na terça-feira, após arrecadar US$ 1,7 bilhão em uma oferta pública inicial de ações de grande repercussão.

A abertura de capital ocorre depois que os planos da empresa de listar suas ações em Nova York e Londres foram frustrados pelo escrutínio regulatório, mas ela obteve aprovação das autoridades chinesas em julho para a venda no centro financeiro do sul.

Mas o preço de suas ações despencou na abertura em até 10%, antes de se recuperar e fechar o dia com queda de apenas 0,1%, a HK$ 48,5.

A tão aguardada oferta pública inicial (IPO) avaliou a empresa em cerca de US$ 26,3 bilhões, com um preço de listagem de HK$ 48,56 — bem abaixo dos quase US$ 100 bilhões arrecadados em rodadas de financiamento privado em 2022.

Leia também: Shein: fim de isenção tarifária nos EUA pressiona preços e resultados da varejista

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A Shein, conhecida por seus preços ultrabaixos e roupas produzidas rapidamente, afirmou que a receita da venda será usada para financiar suas capacidades tecnológicas e impulsionar sua presença internacional.

A varejista online transferiu sua sede para Singapura entre 2021 e 2022, o que, segundo analistas, teve como objetivo evitar o aumento do escrutínio global sobre as empresas chinesas.

Sua base de clientes europeus cresceu para uma média de 156 milhões de usuários mensais até o final de 2025, tornando-a uma das maiores plataformas de comércio eletrônico do continente — ao lado da chinesa AliExpress e da gigante americana Amazon, que possuem 193 milhões e cerca de 180 milhões de usuários, respectivamente.

Leia mais: Chris Xu: quem é o fundador bilionário da Shein?

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