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Shein pede IPO em Hong Kong para salvar listagem em Londres, relata FT
Publicado 08/07/2025 • 06:12 | Atualizado há 10 meses
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Publicado 08/07/2025 • 06:12 | Atualizado há 10 meses
KEY POINTS
Shein foi fundada na China, mas sua sede fica em Cingapura.
Unsplash
A gigante da moda rápida online Shein entrou com um pedido confidencial de oferta pública inicial em Hong Kong, em uma tentativa de pressionar os reguladores do Reino Unido e acelerar suas ambições de listagem, há muito abaladas, segundo a reportagem do Financial Times.
O varejista fundado na China e sediado em Cingapura apresentou reservadamente um rascunho de prospecto na semana passada à bolsa de valores de Hong Kong (HKEX) e buscou a aprovação da Comissão Reguladora de Valores Mobiliários da China (CSRC), disseram ao jornal duas fontes familiarizadas com o assunto.
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“Atrasados em ESG apresentam altos riscos em ESG, mas há quem argumente que a oportunidade de investimento reside na transformação. Uma listagem na Shein poderia tornar a empresa mais transparente e responsável perante os acionistas, que poderiam se envolver com a empresa para aprimorar os padrões”, disse ela.
A listagem em Londres foi vista como uma bênção para a empresa fundada na China, com quase 17 anos de existência, proporcionando legitimidade internacional e acesso a um grupo profundo e maduro de investidores ocidentais.
A Shein tem enfrentado uma batalha árdua em suas ambições de listagem. No ano passado, a empresa mudou seu foco de uma listagem em Nova York para Londres, após enfrentar constante resistência dos legisladores americanos sobre essas questões.
Enquanto isso, a preocupação com suas práticas comerciais motivou uma investigação da UE, que em maio concluiu que a empresa violou as leis de proteção ao consumidor, incluindo o uso de descontos falsos, vendas sob pressão e indução em erro de compradores sobre alegações de sustentabilidade.
O fechamento, em maio, da brecha mínima dos EUA para produtos de baixo custo — e possíveis medidas semelhantes pela UE e pelo Reino Unido — só aumentaram os problemas da empresa.
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Este conteúdo foi fornecido pela CNBC Internacional e a responsabilidade exclusiva pela tradução para o português é do Times Brasil.
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