Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Taiwan acusa maior fabricante de chips da China de recrutar talentos ilegalmente
Publicado 29/03/2025 • 17:09 | Atualizado há 1 ano
Ferrari supera expectativas no 1º trimestre antes da estreia de seu primeiro carro elétrico
IA no core das operações eleva eficiência e exige decisões em tempo real, diz executivo da IBM
CVM americana e Musk chegam a acordo para fim processo sobre compra do Twitter
Pinterest dispara 17% após superar estimativas e projetar receita acima do esperado
Setor cripto reage e pressiona Congresso dos EUA após progresso em regras para stablecoins
Publicado 29/03/2025 • 17:09 | Atualizado há 1 ano
KEY POINTS
Pixabay.
Especialista alerta que medida pode encarecer chips e afetar mercados globais, incluindo o Brasil.
Taiwan acusou a empresa chinesa Semiconductor Manufacturing International (SMIC), maior fabricante de semicondutores do país, de recrutar ilegalmente profissionais de alta tecnologia da ilha. A denúncia foi feita na sexta-feira (28) pelo Departamento de Investigação do Ministério da Justiça de Taiwan (MJIB), na sigla em inglês).
Segundo o órgão, a SMIC utilizou uma entidade registrada em Samoa como fachada para criar uma subsidiária em Taiwan, sob o pretexto de investimento estrangeiro, visando atrair talentos locais.
A CNBC não conseguiu verificar as alegações de forma independente, e a SMIC não se manifestou sobre o caso até o momento.
O ministério informou que a investigação começou em dezembro de 2024 e já identificou 11 empresas chinesas suspeitas de aliciar talentos ilegalmente. A operação incluiu buscas em 34 locais e a interrogatória de 90 pessoas.
A SMIC ganhou destaque internacional em 2023, quando foi revelado que a empresa fabricou um chip de 7 nanômetros para a Huawei, em meio às restrições comerciais impostas pelos Estados Unidos. Nos anos anteriores, a companhia já havia sido colocada na lista de restrições de exportação dos EUA, o que dificultou o acesso a tecnologias essenciais.
Apesar dos esforços da China para fortalecer sua indústria de semicondutores, a SMIC continua atrás da Taiwan Semiconductor Manufacturing Company (TSMC), líder global no setor. Restrições à exportação de chips impostas por Washington também impedem a SMIC de adquirir equipamentos de ponta de empresas como a holandesa ASML, fundamentais para sua competitividade.
Taiwan é um dos principais polos de tecnologia do mundo, sendo sede da TSMC, considerada a mais avançada fabricante de semicondutores. Diante disso, os Estados Unidos têm incentivado a empresa taiwanesa a expandir suas operações no país para reduzir a dependência da Ásia no setor.
O MJIB destacou que desde 2020 mantém uma força-tarefa especial para investigar o aliciamento ilegal de talentos por empresas chinesas.
“Empresas da China frequentemente disfarçam suas identidades por meio de diferentes artifícios, como a criação de subsidiárias que se apresentam como investimentos estrangeiros ou taiwaneses. Além disso, estabelecem operações sem aprovação do governo e usam agências de recrutamento para direcionar funcionários a empresas locais, quando, na realidade, há financiamento chinês por trás”, afirmou o ministério em comunicado.
—
📌 ONDE ASSISTIR AO MAIOR CANAL DE NEGÓCIOS DO MUNDO NO BRASIL:
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, Pluto TV, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Este conteúdo foi fornecido pela CNBC Internacional e a responsabilidade exclusiva pela tradução para o português é do Times Brasil.
Mais lidas
1
Genial tem R$ 176 milhões bloqueados em investigação que liga banco ao esquema do PCC
2
Leilão sob suspeita: BTG compra fazenda bilionária por fração do valor e entra na mira da justiça
3
Qual é a ligação entre Genial, Reag e Banco Master?
4
Genial Investimentos: entenda o que levou ao bloqueio de R$ 176 mi em ação da Fazenda de SP
5
Carbono Oculto: bloqueio milionário do Grupo Genial revela mecanismo sofisticado com PCC na economia formal, diz advogado