Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Com passagens pressionadas, governo admite retração no setor aéreo e busca socorro emergencial
Publicado 24/04/2026 • 15:44 | Atualizado há 1 hora
Porsche vende participação na Bugatti Rimac e deixa parceria
Departamento de Justiça dos EUA encerra investigação criminal contra presidente do Fed
Mercados globais estão inflados e vão cair, alerta dirigente do Banco da Inglaterra
Montadoras estrangeiras apostam em tecnologia para manter espaço no mercado chinês
Jim Cramer recomenda comprar ações da Tesla após fala de Elon Musk em teleconferência
Publicado 24/04/2026 • 15:44 | Atualizado há 1 hora
KEY POINTS
O governo federal já trabalha com a expectativa de queda no tráfego aéreo doméstico em 2026 diante da pressão exercida pelo aumento do petróleo sobre o querosene de aviação (QAV), fator que tende a encarecer as passagens. A avaliação foi feita nesta sexta-feira (24) pelo ministro de Portos e Aeroportos, Tome Franca.
Em nota, o ministro afirmou que a elevação global dos combustíveis deverá atingir diretamente o setor aéreo brasileiro e reduzir o fluxo de passageiros ao longo do ano.
“Sabemos que há uma crise conjuntural e global afetando o preço do querosene de aviação e isso pode impactar a movimentação de passageiros aéreos ao longo do ano”, afirmou.
Leia também: Alta do combustível de aviação compromete previsibilidade orçamentária de empresas, diz especialista
Segundo ele, embora o efeito negativo seja considerado provável, o governo busca alternativas para suavizar os reflexos sobre consumidores e companhias aéreas.
“Estamos estudando outras medidas para que os passageiros brasileiros não sejam tão prejudicados. Os impactos provavelmente serão sentidos, mas o Governo Federal está atuando para reduzir”, disse.
O avanço do preço internacional do petróleo eleva os custos do QAV, um dos principais componentes de despesas das empresas aéreas. Com isso, a tendência é de repasse parcial ou total aos bilhetes, reduzindo a demanda por viagens.
Leia também: Europa pode ficar sem combustível de aviação em seis semanas, diz AIE
A avaliação do Executivo é que esse movimento pode comprometer a movimentação de passageiros durante 2026, especialmente se o cenário externo continuar pressionando os combustíveis.
Entre as ações já adotadas para tentar conter os impactos no setor, o governo zerou as alíquotas de PIS/Cofins sobre o querosene de aviação.
Segundo o Executivo, a medida pode gerar redução direta de cerca de R$ 0,07 por litro do combustível.
Leia também: Carga tributária pode derrubar planos de crescimento da aviação
Também foi decidido o adiamento, para dezembro, do pagamento das tarifas de navegação aérea ao Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea) referentes aos meses de abril a junho de 2026.
Outra iniciativa anunciada foi a abertura de uma linha de financiamento via Fundo Nacional de Aviação Civil (Fnac) destinada à compra de combustível.
O limite previsto é de até R$ 2,5 bilhões por companhia, com o risco das operações assumido pelas próprias empresas aéreas.
—
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Mais lidas
1
Raízen: credores apresentam plano de reestruturação e pressionam por acordo
2
Justiça acata pedido da PF e decreta prisão preventiva de MC Ryan, Poze do Rodo e dono da “Choquei”
3
O que é a Cursor e por que Musk quer comprá-la por US$ 60 bilhões
4
Tem pouco dinheiro para investir? Veja o valor inicial no Tesouro Reserva
5
Omã investe R$ 120 mi para ampliar píer e dobrar capacidade de porto em Santa Catarina