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Fãs estão ‘assistindo esportes’ sem ver o jogo completo, apenas pelos momentos que viralizam; veja
Publicado 26/06/2026 • 20:30 | Atualizado há 2 horas
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Publicado 26/06/2026 • 20:30 | Atualizado há 2 horas
KEY POINTS
O consumo de esportes passa por uma transformação em 2026. Impulsionados por plataformas como TikTok, YouTube e Roblox, milhões de pessoas acompanham partidas por meio de vídeos curtos, melhores momentos e conteúdos de criadores digitais, sem necessariamente assistir aos jogos completos.
A mudança é observada principalmente entre as gerações Z e Alpha e tem levado ligas esportivas e emissoras a repensarem suas estratégias para conquistar novos torcedores.
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Durante as Finais da NBA deste ano, a liga registrou cerca de 15 bilhões de visualizações nas redes sociais, o maior número de sua história. Apenas a partida decisiva acumulou mais de 4 bilhões de visualizações em plataformas digitais.
Ao mesmo tempo, os jogos continuaram atraindo grandes audiências na televisão e no streaming, mostrando que o consumo esportivo está cada vez mais dividido entre diferentes telas.
A mudança é especialmente visível entre as gerações Z e Alpha, que preferem conteúdos rápidos, destaques e vídeos produzidos por atletas, criadores de conteúdo e equipes.
O fenômeno não acontece apenas no basquete. O futebol vem adotando estratégias semelhantes para atrair os torcedores mais jovens.
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A FIFA ampliou a presença de conteúdos oficiais no TikTok durante a Copa do Mundo de 2026, permitindo a divulgação de trechos das partidas e bastidores para estimular o público a migrar para as transmissões ao vivo.
Clubes, seleções e campeonatos também investem cada vez mais em vídeos curtos, gols, dribles e lances polêmicos, que costumam alcançar milhões de visualizações em poucas horas.
Dados do mercado indicam que 68% dos espectadores ainda acompanham eventos esportivos ao vivo pela televisão ou streaming. Por outro lado, 38% consomem conteúdos como melhores momentos, entrevistas e vídeos em redes sociais.
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Siga o Times | CNBCPara ligas e emissoras, os destaques passaram a funcionar como uma vitrine. A aposta é que um torcedor atraído por um lance viral possa se transformar futuramente em espectador das transmissões completas.
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O crescimento das redes sociais também criou novos desafios para quem paga bilhões pelos direitos esportivos.
A NBA possui atualmente um contrato de mídia avaliado em US$ 77 bilhões por 11 anos. Já a NFL tem um acordo de aproximadamente US$ 111 bilhões no mesmo período.
Com investimentos cada vez maiores, emissoras e plataformas buscam equilibrar a divulgação de lances nas redes sem prejudicar a audiência dos jogos completos.
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Enquanto TikTok e YouTube ajudam a popularizar os destaques, gigantes da tecnologia também avançam na transmissão dos eventos ao vivo.
Empresas como YouTube, Amazon Prime Video, Netflix e Apple ampliaram seus investimentos em direitos esportivos nos últimos anos e passaram a disputar espaço com grupos tradicionais de mídia.
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O esporte continua atraindo grandes audiências, mas em que muitos fãs já consideram que acompanhar os melhores momentos nas redes sociais é uma forma suficiente de “assistir” ao jogo.
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