Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Da TV ao celular: como influenciadores transformaram a Copa de 2026 em uma nova era do marketing esportivo
Publicado 22/07/2026 • 22:00 | Atualizado há 3 semanas
EXCLUSIVO CNBC: Nvidia articula US$ 500 bilhões em financiamento; CEO Jensen Huang diz que chips da empresa são “ativos investíveis”
EUA e Irã trocam exigências de indenização enquanto diminuem as esperanças de um acordo sobre Ormuz
Impasse em Ormuz: para onde podem ir os preços do petróleo com o enfraquecimento das perspectivas de um acordo
OpenAI conclui venda de ações no valor de US$ 7 bilhões antes de possível IPO
Ações da SpaceX se recuperam e se aproximam do preço do IPO de US$ 135
Publicado 22/07/2026 • 22:00 | Atualizado há 3 semanas
KEY POINTS
A Copa do Mundo de 2026 consolidou a creator economy como uma das principais ferramentas de marketing esportivo. A presença de influenciadores digitais na cobertura do torneio, aliada a campanhas desenvolvidas em tempo real nas redes sociais, reforçou a importância da produção de conteúdo para aproximar marcas, atletas e torcedores.
Em entrevista ao Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC, Patrícia Ribeiro, professora de Creator Economy da Faculdade Cásper Líbero, afirmou que o Mundial evidenciou uma mudança estrutural na forma como empresas se comunicam com o público durante grandes eventos esportivos.
“A Copa do Mundo de 2026 foi um reflexo para que o mundo inteiro enxergasse o crescimento da creator economy. O Brasil é um dos países que mais cresce nesse mercado, e vimos influenciadores criando uma espécie de TV no próprio celular e fortalecendo suas comunidades.”
Para ela, a principal lição deixada pela Copa é que as marcas precisam compreender o comportamento dos consumidores para além dos hábitos de compra, utilizando as conversas nas redes sociais como insumo para criar campanhas relevantes e em sintonia com o público.
Leia também: Conheça os novos donos da CazéTV após a saída de Casimiro do comando
Como exemplo, Patrícia citou a campanha da Neo Química com o atacante Endrick durante o Mundial. A ação aproveitou a repercussão sobre a ausência do jogador entre os titulares da Seleção Brasileira para desenvolver uma campanha em tempo real na Times Square.
“A marca olhou para o comportamento da comunidade como um sintoma e transformou isso em storytelling. Ela abraçou a conversa que já existia nas redes e criou identificação com o torcedor.”
O influenciador, por sua vez, deixou de ser apenas um canal de divulgação para assumir um papel estratégico na construção de comunidades digitais. A professora destaca que a influência está diretamente ligada à credibilidade construída junto ao público e não apenas ao número de seguidores.
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBC“Influenciar é um verbo. Nunca foi só sobre números. O mais importante é o quanto aquele criador realmente influencia sua comunidade.”
Ela explica que essa relação de confiança é construída por meio da identificação entre criador e audiência, o que torna as recomendações mais naturais e efetivas para as marcas.
“Você não segue um influenciador apenas porque ele tem muitos seguidores. Existe um alinhamento de valores. Quanto maior a confiança da comunidade, maior a influência que ele exerce.”
Para Patrícia, essa confiança faz com que recomendações feitas pelos criadores tenham impacto semelhante ao tradicional marketing boca a boca, considerado há décadas uma das ferramentas mais eficientes para gerar engajamento e conversão.
“As marcas precisam olhar para os assuntos que já estão sendo discutidos e participar dessas conversas. É assim que se constrói relevância.”
Ela também avalia que temas ligados ao protagonismo feminino e ao empoderamento devem ganhar espaço nas estratégias de comunicação durante a preparação para o Mundial de 2027.
“O futebol feminino pode ganhar uma amplitude muito maior de reconhecimento. É o momento de utilizar influenciadoras para levar o esporte também para o lifestyle e fortalecer essa conexão com a torcida.”
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
Caso ‘Master capixaba’: mercado vê rombo multimilionário em operação da Apex Partners para compra da CVC
2
BYD processa portal jornalístico e tenta calar reportagem sobre origem chinesa da marca
3
PF pede bloqueio de bens da Gerdau após meses de contaminação em praia de Salvador
4
Futebol italiano perde espaço na elite europeia em meio a crise financeira e estrutural
5
Master Capixaba: Apex Partners – sócia da CVC – consegue proteção judicial para não pagar R$ 985 milhões em dívidas