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FIFA investe bilhões para garantir consistência técnica na Copa do Mundo 2026; confira novidades
Publicado 11/06/2026 • 12:30 | Atualizado há 1 mês
Publicado 11/06/2026 • 12:30 | Atualizado há 1 mês
KEY POINTS
Foto: AFP
FIFA investe bilhões para garantir consistência técnica na Copa do Mundo de 2026
A Copa do Mundo de 2026 promete ir além das disputas entre as 48 seleções participantes. Para manter o padrão técnico em todos os jogos, a FIFA realizou um dos maiores experimentos com gramados naturais e injetou bilhões de dólares para garantir que os padrões sejam os mesmos no maior campeonato de futebol do planeta.
Com isso, a entidade máxima do futebol mundial apostou em um investimento estimado em US$ 3,8 bilhões (aproximadamente R$ 19,6 bilhões na cotação atual) na realização do torneio, e parte desse valor está direcionada para um desafio específico. A FIFA deseja garantir que o gramado tenha o mesmo comportamento em 16 estádios espalhados pela América do Norte.
Leia também: I.A. na Copa: FIFA revela tecnologia que promete mudar arbitragem e análise de jogos; entenda
Apesar do futebol ser um esporte constantemente praticado nos três países-sede, o principal obstáculo está nos Estados Unidos. A maior parte dos estádios americanos utilizados em grandes ligas locais opera tradicionalmente com grama sintética.
No entanto, a FIFA exige que todos os jogos da Copa do Mundo sejam disputados exclusivamente em gramados naturais. Por isso, cada estádio recebeu um sistema personalizado de instalação de grama desenvolvido para atender às exigências técnicas do torneio.
Apesar de parecer simples, o processo de troca de um gramado sintético para um natural exige tempo, local, qualidade do solo e climatização. Gramados naturais se comportam de formas diferentes, dependendo do clima local.
Com isso, a FIFA destinou um investimento bilionário dentro dos custos totais do campeonato para garantir que o padrão de jogo seja o mesmo para cada estádio adaptado.
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Siga o Times | CNBCDe acordo com informações do The Wall Street Journal, a FIFA, em parceria com diversos analistas de universidades dos Estados Unidos e cientistas focados em meteorologia, criou um estudo que busca resolver um problema que acompanha os grandes torneios mundiais.
Para alcançar o padrão desejado, cientistas e especialistas trabalharam na criação de gramados naturais ajustados para manter consistência entre os 16 estádios que receberão as partidas. Além do estudo da grama, a análise de cada clima também foi um fator decisivo no trabalho da entidade.
Realizado em três países diferentes, é esperado que o clima local seja um fator decisivo para o comportamento de cada gramado. Pensando nisso, a estratégia envolve controle de solo, drenagem correta, composição da grama e monitoramento contínuo.
Leia também: Como funciona a Copa do Mundo 2026 e quanto dinheiro está em jogo? Veja o guia completo
A iniciativa realizada pela FIFA representa um dos maiores testes de engenharia esportiva já realizados em uma Copa do Mundo. Além de atender às exigências técnicas da competição, o modelo poderá influenciar futuros torneios e até acelerar mudanças em estádios que hoje dependem de gramas sintéticas.
Para a FIFA, manter o mesmo padrão de jogo em toda a competição é parte obrigatória da experiência esportiva e um dos pilares do investimento bilionário realizado para a Copa do Mundo de 2026.
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