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Azul conclui oferta de R$ 7,4 bilhões, converte ações preferenciais em ordinárias e papel despenca 69%
Publicado 13/01/2026 • 11:43 | Atualizado há 10 meses
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Publicado 13/01/2026 • 11:43 | Atualizado há 10 meses
KEY POINTS
REUTERS/Adriano Machado
Azul
A Azul anunciou nesta terça-feira (13) que finalizou a oferta pública de ações que captou R$ 7,4 bilhões e concluiu a conversão de todas as suas ações preferenciais (PN) em ordinárias (ON), como parte do plano de recuperação judicial em andamento nos Estados Unidos, no âmbito do Chapter 11.
Com a mudança, o capital social da companhia passa a ser de R$ 14,5 bilhões, dividido em 55.082.793.840.936 ações ordinárias. A partir de hoje, os papéis preferenciais deixam de ser negociados na B3, e a empresa passa a ter apenas ações ON, negociadas sob o código AZUL53.
O mercado reagiu de forma negativa à reestruturação. No fechamento, as ações da Azul despencavam 69,51%, negociadas a R$ 41,25, no que representa a maior queda do dia na B3.
Segundo a companhia, a operação faz parte de um conjunto de medidas para fortalecer a estrutura de capital e assegurar a continuidade das operações durante o processo de reestruturação financeira.
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Siga o Times | CNBCEntre os próximos passos previstos no plano de recuperação estão a conversão obrigatória da primeira emissão de debêntures conversíveis e uma nova oferta pública de ações, com captação de até US$ 950 milhões.
Essa próxima rodada deve ser ancorada por investidores estratégicos e pode gerar uma diluição de aproximadamente 80% da base acionária atual, segundo a própria empresa.
A Azul vem atravessando forte volatilidade no mercado, após sucessivos ajustes de preços, mudanças na estrutura societária e decisões regulatórias, incluindo entraves envolvendo o Cade e o investimento da United Airlines na companhia aérea brasileira.
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