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Bolsas da Europa fecham em baixa, puxadas por crise na França e com tensões no Fed
Publicado 26/08/2025 • 15:07 | Atualizado há 1 ano
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Publicado 26/08/2025 • 15:07 | Atualizado há 1 ano
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Pixabay
As principais bolsas da Europa fecharam em baixa nesta terça-feira (26), pressionadas pela crise política na França, que ameaça o governo do primeiro-ministro François Bayrou em meio aos debates orçamentários. Paris registrou a pior performance do dia entre as grandes praças do continente.
Também pesou no mercado a disputa do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, com a diretora do Federal Reserve (Fed), Lisa Cook. O republicano busca a remoção da dirigente do cargo, movimento que elevou a percepção de instabilidade política e monetária.
As cotações são preliminares.
Segundo a consultoria Eurasia, há 70% de probabilidade de a Assembleia Nacional francesa derrubar o governo de Bayrou, que anunciou nesta segunda-feira (25) a realização de uma votação de confiança em 8 de setembro.
“Ele tentou chocar o público e o sistema político francês para que enfrentassem a gravidade da crise da dívida do país, mas pode ter mudado pouco além da data de sua própria execução”, avaliou a consultoria.
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O ministro da Economia e Finanças da França, Eric Lombard, afirmou nesta terça-feira (26) que o governo quer evitar uma crise, mas admitiu a possibilidade de o Fundo Monetário Internacional (FMI) intervir caso o governo do primeiro-ministro François Bayrou venha a cair. “Estamos em uma batalha, um trabalho de convicção, para garantir a maioria na votação de 8 de setembro”, disse. A declaração aumentou a instabilidade nos mercados.
Pouco depois, em publicação no X (antigo Twitter), Lombard negou qualquer chance de resgate pelo FMI.
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Siga o Times | CNBCEm Paris, os bancos foram os principais alvos da turbulência:
Nos Estados Unidos, o presidente Donald Trump afirmou na Truth Social ter removido Lisa Cook da diretoria do Federal Reserve (Fed), alegando fraude hipotecária. A dirigente negou que deixará o cargo.
Em outra publicação, Trump alertou que pode impor novas medidas tarifárias a países que adotem restrições contra gigantes da tecnologia dos EUA.
A porta-voz da Comissão Europeia, Paula Pinho, rebateu o discurso. “É direito soberano da UE e de seus Estados-membros regular as atividades econômicas em nosso território, que são consistentes com nossos valores democráticos”, afirmou.
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