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Automóveis, luxo e mais: quais os fatores que derrubaram as bolsas da Europa?
Publicado 10/12/2025 • 16:34 | Atualizado há 6 meses
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Publicado 10/12/2025 • 16:34 | Atualizado há 6 meses
KEY POINTS
Pixabay
Bolsas da Europa
As bolsas da Europa fecharam majoritariamente em queda nesta quarta-feira (10), pressionadas por automóveis, defesa e luxo.
Investidores também esperavam pela decisão final de política monetária do Federal Reserve (Fed) neste ano (a ser informada após o pregão europeu) e sob comentários da presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde.
As cotações são preliminares.
Os subíndices de automóveis (-1,5%), defesa (-0,9%) e luxo (-0,6%) lideravam as perdas do Stoxx 600. Entre ações, Leonardo (-1,9%) e o Banca Mediolanum (-0,6%) devolveram parte dos ganhos da véspera e pressionaram a Bolsa de Milão, enquanto a holandesa Aegon caiu 10% em Amsterdã, após detalhar planos de renomear e transferir sua sede para os EUA.
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Já no setor de luxo, LVMH se recuperou ao longo do dia e subiu 0,3% em Paris, depois de convocação de greve em suas unidades de champanhe pela CGT, que reivindica bônus de fim de ano, ter pressionado suas ações durante o pregão.
Mineradoras, como a Antofagasta (+0,4%), sustentaram parcialmente Londres e o subíndice de recursos básicos avançou 0,8%, em meio a alta nos preços de metais. A FirstGroup (+4,5%) e Volution (+3,2%) também avançaram com anúncios corporativos, enquanto Berkeley subiu 3,3% após reiterar projeções.
Em Frankfurt, a Delivery Hero saltou mais de 12% depois de anunciar que avalia alternativas estratégicas. Já a Thyssenkrupp caiu cerca de 1% mesmo com lucro trimestral.
No fronte macro, Lagarde afirmou que o banco central pode atualizar projeções novamente neste mês, revisando “para cima” o crescimento da zona do euro, e reforçou que a instituição deve “focar na inflação“. Analistas do Deutsche Bank destacaram, sobre o Fed, que o comunicado desta quarta tende a sinalizar que “o obstáculo é relativamente alto” para novos cortes no início de 2026.
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