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Ouro reage à cautela do mercado e fecha em alta antes de ata do Fed
Publicado 19/11/2025 • 17:02 | Atualizado há 6 meses
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Publicado 19/11/2025 • 17:02 | Atualizado há 6 meses
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Ouro
O ouro avançou nesta quarta-feira (19), sustentado pelo movimento global de aversão ao risco e pela cautela dos investidores antes da divulgação da ata do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) e do payroll dos EUA previsto para quinta-feira (20), referente a setembro.
Parte dos ganhos, porém, perdeu força ao longo da tarde, após o anúncio de que o relatório de emprego de outubro não será publicado, o que aumentou a percepção de que o Fed poderá manter os juros estáveis em dezembro.
Na Comex, divisão de metais da bolsa de Nova York (Nymex), o ouro para dezembro encerrou em alta de 0,4%, a US$ 4.082,8 por onça-troy.
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Analistas do ANZ Research afirmaram que “os mercados acionários ficaram no vermelho em todo o mundo em meio a nervosismo com avaliações esticadas”. Esse movimento, acrescentam, estimulou uma “mudança para o modo de aversão a risco” e favoreceu compras de ativos de proteção, como o ouro. A volatilidade aumenta com a proximidade do payroll da quinta-feira.
Do lado técnico, o StoneX destacou sinais de recuperação no curto prazo. O analista Matt Simpson observou a formação de um segundo “martelo de alta” no gráfico diário, indicando possível “fundo de reversão”. Segundo ele, superar a máxima de terça (US$ 4.084) abriria espaço para teste das regiões de US$ 4.200 e US$ 4.250.
O TD Securities diz que as compras do metal precioso cresceram no ano, mas perderam força no terceiro trimestre. O fluxo vem sobretudo de gerenciamento de riquezas e fundos hedge. Bancos centrais seguem comprando, mas os fluxos de fundos ainda dominam o mercado.
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A Capital Economics reiterou que o comércio dos EUA segue afetado por oscilações nas importações de ouro. Em relatório, a consultoria disse que o déficit encolheu em agosto “principalmente devido à queda nas importações de ouro”, que recuaram US$ 9,3 bilhões no mês.
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