Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Ouro fecha em alta com tensão no Oriente Médio e queda dos juros dos EUA
Publicado 04/08/2026 • 15:28 | Atualizado há 3 horas
Dow Jones sobe 900 pontos e S&P 500 fecha acima de 7.700 pela primeira vez em forte alta de Wall Street
Receita da SpaceX sobe 92% no primeiro relatório de resultados desde o IPO
Por que a Ford acredita que a queda de 10,2% nas vendas nos EUA em julho ainda foi um mês “bom”?
Bessent sinaliza que acordo para reabertura de Ormuz pode sair até quarta; petróleo cai mais de 4%
Amazon supera US$ 3 trilhões em valor de mercado após balanço acima das expectativas
Publicado 04/08/2026 • 15:28 | Atualizado há 3 horas
KEY POINTS
Unsplash
Ouro
O ouro encerrou a sessão desta terça-feira (4), em alta superior a 1%, retomando o patamar acima de US$ 4.100 por onça-troy, em um pregão marcado pelo monitoramento dos investidores sobre os acontecimentos no Oriente Médio e seus possíveis impactos nos mercados financeiros.
Na Comex, divisão de metais da bolsa de Nova York (Nymex), o contrato de ouro para dezembro subiu 1,52%, encerrando a sessão a US$ 4.152,6 por onça-troy. Já a prata para setembro avançou 4,13%, com fechamento a US$ 60,245 por onça-troy.
O movimento dos metais ocorreu após declarações de autoridades dos Estados Unidos sobre a possibilidade de um acordo com o Irã para a reabertura do Estreito de Ormuz.
O secretário do Tesouro americano, Scott Bessent, afirmou em entrevista à CNBC que existe a possibilidade de um entendimento “entre hoje e amanhã” para permitir a retomada da passagem marítima. Uma fonte da Al Arabiya também informou que um anúncio sobre os arranjos para a reabertura completa da via pode ocorrer nas “próximas horas ou amanhã”.
Leia mais: Bolsas asiáticas fecham mistas após ganhos em NY e investidores atentos às tensões no Oriente Médio
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCA expectativa em torno da situação no estreito influenciou os preços do petróleo e de outros ativos financeiros. O petróleo Brent recuou para abaixo de US$ 80 por barril, movimento que reduziu as pressões inflacionárias e diminuiu o avanço recente dos rendimentos dos Treasuries, os títulos do governo americano. Com menor pressão sobre juros e rendimentos, o ouro ganhou espaço para valorização.
No cenário econômico dos Estados Unidos, os investidores também acompanharam a divulgação do relatório Jolts, que apontou queda na abertura de vagas de emprego. O número recuou para 7,359 milhões em junho, abaixo da projeção de analistas consultados pela FactSet, que estimavam 7,4 milhões de vagas.
A agenda da semana ainda prevê novos indicadores do mercado de trabalho americano, com a divulgação do relatório de emprego da ADP nesta quarta-feira, 5, e do payroll, relatório oficial de empregos dos Estados Unidos, na sexta-feira, 7.
Em relação ao dólar e à política monetária americana, a Capital Economics avaliou que os fundamentos econômicos dos Estados Unidos devem contribuir para a sustentação da moeda no futuro.
Segundo a consultoria, essa força da economia tende a superar as incertezas relacionadas às opiniões do presidente do Federal Reserve (Fed), Kevin Warsh. A análise também aponta que a maioria dos integrantes do Fed parece disposta a adotar uma política monetária mais rígida caso a inflação permaneça acima da meta.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
WhatsApp caiu? Aplicativo passa por instabilidades e usuários têm conta banida
2
Novo concurso da Lotofácil sorteia premiação milionária nesta terça-feira (04)
3
CVM abre processo contra ex-executivos da Ambipar após rompimento com a Deloitte
4
Entenda como age o TCE-RJ no Rioprevidência, em caso que coloca a Genial lado a lado com o Master
5
O que acontece se a Braskem entrar em recuperação judicial? Entenda os próximos passos