Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Acordo Mercosul-UE pode ampliar competitividade da indústria brasileira
Publicado 01/05/2026 • 17:11 | Atualizado há 2 meses
Jovem trabalhou disfarçada em uma rede de cafeterias antes de abrir seu próprio café de matcha
SpaceX pode tornar a empresa mais valiosa do mundo? Confira as chances
Waymo faz recall de cerca de 3.900 robotáxis depois de alguns terem invadido zonas de obras em rodovias
Funcionários da Amazon são alvo de investigação após críticas à expansão de data centers de IA
Chefe da OPEP rejeita previsão da AIE sobre excesso de oferta enquanto “crítico” Estreito de Ormuz é reaberto
Publicado 01/05/2026 • 17:11 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
O acordo de livre comércio entre União Europeia e Mercosul entrou em vigor de forma parcial nesta sexta-feira (1º) e pode fortalecer a competitividade da indústria brasileira, afirmou Jackson Campos, diretor de relações institucionais da AGL Cargo.
Em entrevista ao Times Brasil — Licenciado Exclusivo CNBC, Campos disse que o tratado abre espaço para maior diversificação de mercados em meio à instabilidade geopolítica e pode ampliar a inserção de produtos brasileiros na União Europeia.
Leia também: Mercosul e UE firmam acordo que zera tarifas para € 11 bilhões em exportações brasileiras
“No final das contas, o acordo vai ser muito bom para o Brasil, porque nossos produtos já chegam hoje à União Europeia com impostos zerados, e isso será ainda mais forte competitivamente”, afirmou.
Segundo Campos, a percepção de que o agronegócio será o principal beneficiado pelo acordo não reflete toda a composição das exportações brasileiras ao bloco europeu. Ele destacou o peso dos bens industrializados nesse fluxo comercial.
“97% dos produtos que chegam à União Europeia com imposto zerado são industrializados, não são produtos de granel ou do agronegócio”, disse.
Apesar de preocupações com o aumento da concorrência externa, Campos avalia que a indústria brasileira está mais preparada para o novo cenário. Segundo ele, parte dos produtos importados da Europa funciona como insumo para a produção local, o que pode reduzir custos.
“Muitos produtos importados são insumos para a produção local, o que pode até reduzir custos”, afirmou.
Leia também: Acordo Mercosul-UE entra em vigor com baixa chance de reversão jurídica, diz consultor
O acordo também prevê mecanismos de proteção para setores considerados sensíveis. De acordo com Campos, tarifas podem ser retomadas temporariamente caso haja prejuízo ao mercado local.
“Se houver prejuízo ao mercado local, tarifas podem ser retomadas temporariamente”, disse.
Siga o Times Brasil no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Seguir no GooglePara o consumidor, a expectativa é de queda nos preços de itens europeus, como vinhos e azeites. A implementação, no entanto, será gradual, com prazos que podem chegar a 30 anos para a redução total de tarifas.
Com cerca de 720 milhões de consumidores, o novo bloco comercial passa a ter peso relevante nas relações econômicas globais e marca uma nova etapa no comércio entre Brasil, Mercosul e União Europeia.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
Endrick no banco: por que o patrocínio do jogador virou teoria nas redes?
2
Messi foge da onda rosa da Copa com chuteira especial; veja quanto custa o modelo
3
Braskem enfrenta dificuldades para aprovar plano de recuperação extrajudicial com credores
4
Como o Claude Fable passou de grande aposta da I.A a uma crise de reputação para a Anthropic
5
Lula lidera primeiro turno e venceria quatro cenários de segundo turno, aponta pesquisa Times | CNBC American Analytics