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Após reunião, G20 afirma que independência de BCs é crucial para objetivos
Publicado 18/07/2025 • 19:24 | Atualizado há 10 meses
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Publicado 18/07/2025 • 19:24 | Atualizado há 10 meses
KEY POINTS
Países do G20.
Divulgação G20.
Em comunicado conjunto, os ministros das Finanças e dirigentes de bancos centrais do G20, afirmam que as autoridades monetárias “estão fortemente comprometidos em garantir a estabilidade de preços, em consonância com seus respectivos mandatos, e continuarão ajustando suas políticas com base em dados. A independência dos bancos centrais é crucial para atingir esse objetivo”.
O documento foi emitido após reunião entre os dias 17 e 18 em Durban, na África do Sul, e é o primeiro da trilha financeira desde outubro do ano passado, antes da eleição do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
O comunicado vem após constantes críticas do republicano ao presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell. Por sua vez, o documento foi alcançado na ausência do Secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, embora Washington tenha sido representado por Michael Kaplan, subsecretário do Tesouro para assuntos internacionais.
A África do Sul ocupa a presidência rotativo do grupo de países, e será substituída pelos EUA no próximo mandato.
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O comunicado também enfatiza a importância de fortalecer a cooperação multilateral para enfrentar os riscos existentes e emergentes para a economia global.
“Continuaremos a empreender esforços que promovam a prosperidade e reconhecemos a importância da Organização Mundial do Comércio (OMC) para o avanço das questões comerciais, e reconhecemos as regras acordadas na OMC como parte integrante do sistema de comércio global”, apontam no documento, emitido após reunião entre os dias 17 e 18 em Durban, na África do Sul, e foi o primeiro da trilha financeira desde outubro do ano passado.
“Reconhecemos que a OMC enfrenta desafios e necessita de uma reforma significativa, necessária e abrangente para aprimorar todas as suas funções, por meio de abordagens inovadoras, a fim de se tornar mais relevante e responsiva às realidades atuais”, afirma o comunicado.
Ainda sobre organismos multilaterais, o G20 reafirma o compromisso com um Fundo Monetário Internacional (FMIO forte, baseado em cotas e com recursos adequados no centro da Rede de Segurança Financeira Global. “Reconhecemos a importância do realinhamento das cotas para melhor refletir as posições relativas dos membros na economia mundial, protegendo, ao mesmo tempo, as cotas dos membros mais pobres”, aponta.
“Reconhecemos, no entanto, que a construção de consenso entre os membros sobre as reformas de cotas e governança exigirá um progresso em etapas. Apoiamos o apelo para que o Conselho Executivo do FMI desenvolva um conjunto de princípios que orientem as futuras discussões sobre cotas e governança do FMI até as reuniões da primavera de 2026”, diz o comunicado.
“Continuaremos a nos envolver de forma construtiva para abordar as preocupações relativas aos impostos mínimos globais, com o objetivo comum de encontrar uma solução equilibrada e prática que seja aceitável para todos”, aponta.
“A concretização de uma solução deverá incluir o compromisso de garantir que quaisquer riscos substanciais que possam ser identificados em relação à igualdade de condições, incluindo uma discussão sobre o tratamento justo dos incentivos fiscais baseados na substância e os riscos de erosão da base tributária e transferência de lucros, sejam abordados e facilitarão novos progressos para estabilizar o sistema tributário internacional, incluindo um diálogo construtivo sobre os desafios tributários decorrentes da digitalização da economia”, afirma o G20.
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