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Conflito no Oriente Médio

Republicanos deixam prazo do Congresso expirar e mantêm apoio a Trump na guerra com o Irã

Publicado 01/05/2026 • 15:46 | Atualizado há 1 hora

KEY POINTS

  • Aliados de Donald Trump no Congresso deixam avançar o prazo legal sem ação sobre a guerra com o Irã e mantêm alinhamento com a Casa Branca, apesar de incômodo dentro do próprio Partido Republicano.
  • O limite da Resolução de 1973 para autorizar o uso da força se aproxima do fim sem iniciativa do Congresso, após repetidas tentativas frustradas de democratas para interromper o conflito no Senado.
  • Mesmo com pressão pública e impacto do conflito nos preços da gasolina, republicanos seguem apoiando Trump ou optam por aguardar, em meio ao cessar-fogo considerado frágil.

Em Washington, parlamentares do Partido Republicano que haviam demonstrado desconforto com a guerra iniciada por Donald Trump contra o Irã chegaram a mencionar um prazo até 1º de maio para uma eventual reação do Congresso. Com a data próxima, porém, não houve ação concreta, e o grupo continua acatando as decisões da Casa Branca.

A Resolução sobre Poderes de Guerra de 1973 determina que o Congresso deve autorizar o uso da força em até 60 dias, prazo que se encerra nesta sexta-feira, ou em até 90 dias, caso haja pedido de prorrogação. Ainda assim, nenhuma providência foi tomada, e o Congresso entrou em recesso por uma semana após o Senado rejeitar pela sexta vez uma proposta dos democratas para suspender a guerra.

Governo descarta necessidade de autorização

O governo Trump sustenta que os prazos legais não se aplicam, sob o argumento de que a guerra teria terminado na prática com o cessar-fogo iniciado no começo de abril.

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O líder da maioria no Senado, John Thune, republicano da Dakota do Sul, afirmou que não pretende avançar com votação sobre o tema. “Estou ouvindo atentamente o que os membros da nossa bancada estão dizendo e, neste momento, não vejo isso acontecendo”, declarou.

Custo político e pressão pública

A resistência em confrontar o presidente ocorre em um momento de crescente frustração pública com o conflito e seus efeitos, especialmente sobre os preços da gasolina.

Mesmo assim, a maioria dos republicanos afirma apoiar a liderança de Trump em tempos de guerra ou, ao menos, demonstra disposição de conceder mais tempo, diante do atual cessar-fogo frágil.

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Apoio com ressalvas

O senador Kevin Cramer, da Dakota do Norte, afirmou que votaria a favor da autorização caso o presidente a solicitasse.

Outros parlamentares indicam que, no futuro, desejam ampliar a participação do Congresso, como a senadora do Alasca, Lisa Murkowski, que defende maior envolvimento do Legislativo nas decisões sobre o conflito.

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