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Conflito no Oriente Médio

Trégua entre Israel e Líbano resiste e pode destravar acordo maior

Publicado 17/04/2026 • 09:38 | Atualizado há 2 horas

KEY POINTS

  • O cessar-fogo de 10 dias anunciado por Donald Trump e aceito por Israel e Líbano seguia em vigor nesta sexta-feira (17), fortalecendo expectativas de avanços diplomáticos regionais.
  • A manutenção da pausa nos confrontos com o Hezbollah pode favorecer negociações para ampliar a atual trégua entre Irã, Estados Unidos e Israel, que termina na próxima semana.
  • Mediadores atuam para fechar acordo sobre programa nuclear iraniano, Estreito de Ormuz e compensações de guerra, em meio ao agravamento da crise energética global.

Bandeira do Líbano

O cessar-fogo firmado entre Israel e Líbano aparentava se manter nesta sexta-feira (17), em um movimento que pode prolongar a trégua entre Irã, Estados Unidos e Israel.

Apesar disso, ainda não há sinais concretos de um entendimento duradouro entre Washington e Teerã antes do encerramento do acordo atual, previsto para a próxima semana.

A pausa nos combates entre Israel e o Hezbollah, no entanto, é vista como possível sinal de progresso nas negociações em curso.

Leia também: Irã celebra cessar-fogo no Líbano e diz que trégua faz parte do acordo mediado pelo Paquistão

Hezbollah impõe condição para cessar-fogo

Encerrar a guerra de Israel contra o Hezbollah era uma exigência central dos negociadores iranianos.

Israel vinha combatendo não o Líbano diretamente, mas o grupo militante Hezbollah, apoiado pelo Irã, em território libanês.

Em comunicado, o Hezbollah declarou que “qualquer cessar-fogo deve ser abrangente em todo o território libanês e não deve permitir ao inimigo israelense qualquer liberdade de movimento”.

Leia também: Israel e Líbano entram em acordo sobre cessar-fogo de 10 dias, diz Trump

Netanyahu aceita pausa, mas mantém tropas

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou ter aceitado o cessar-fogo “para promover” os esforços de paz com o Líbano.

Ao mesmo tempo, ele declarou que as tropas israelenses não serão retiradas.

Pressão internacional por extensão da trégua

O chefe do Exército do Paquistão se reuniu na quinta-feira (16) com o presidente do Parlamento do Irã, dentro de iniciativas diplomáticas para ampliar o cessar-fogo que interrompeu quase sete semanas de guerra.

Leia também: Cerca de 2.200 mortos e mais de 7.100 feridos no Líbano devido aos ataques de Israel desde o início de março

Segundo uma autoridade regional envolvida nas negociações, mediadores tentam fechar um compromisso em torno de três principais impasses.

Os temas centrais são o programa nuclear do Irã, o Estreito de Ormuz e compensações por danos causados pela guerra.

Crise energética amplia urgência

A reabertura do Estreito de Ormuz é uma exigência dos Estados Unidos e da comunidade internacional, à medida que a crise energética global se intensifica com o bloqueio da rota estratégica para transporte de petróleo.

Líderes da França e do Reino Unido devem reunir dezenas de países nesta sexta-feira para avançar em planos de reabertura do estreito.

Os Estados Unidos não participarão do encontro.

Leia também: Espanha destaca proteção energética diante da guerra com Irã, enquanto atritos com Trump pesam sobre comércio

Mortes passam de 5 mil na região

Os confrontos já deixaram ao menos 3.000 mortos no Irã, mais de 2.100 no Líbano, 23 em Israel e mais de uma dezena em países árabes do Golfo. Também morreram 13 militares dos Estados Unidos no conflito.

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