Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Guerra na Ucrânia deve se prolongar e manter mercados em cautela
Publicado 11/05/2026 • 20:00 | Atualizado há 1 mês
Avalanche Treasury Co. estreia na Nasdaq enquanto empresas de tesouraria em criptomoedas buscam se diferenciar
De startup a US$ 1,8 trilhão: investidores que apostaram na SpaceX colhem ganhos históricos
Ações da Oracle despencam 11% após aumento de captação e preocupações com caixa
IPO da SpaceX é um ‘referendo’ sobre Musk, dizem observadores do mercado
Oracle supera expectativas, mas ações caem após plano de captar mais US$ 20 bilhões
Publicado 11/05/2026 • 20:00 | Atualizado há 1 mês
KEY POINTS
As tensões geopolíticas devem manter os mercados financeiros em cautela, especialmente diante da incerteza sobre a duração da guerra na Ucrânia e do conflito no Oriente Médio, afirmou Gunther Rudzit, doutor em ciência política, em entrevista ao Times Brasil — Licenciado Exclusivo CNBC.
Rudzit disse que o recente cessar-fogo entre Rússia e Ucrânia não significa um fim definitivo das hostilidades, em razão do impasse sobre concessões territoriais e alianças militares.
“Infelizmente, eu vejo essa guerra ainda durando por um tempo indefinido. Vladimir Putin não abre mão de que o governo ucraniano aceite oficialmente que perdeu território e que desista definitivamente de entrar para a União Europeia e para a OTAN”, afirmou.
Segundo o analista, a exigência russa dificulta um acordo mais amplo e mantém a guerra sem perspectiva clara de encerramento. A avaliação reforça o ambiente de cautela para investidores, que também acompanham os efeitos do conflito no Oriente Médio sobre energia e cadeias globais.
Rudzit afirmou que o petróleo ainda não registrou uma alta mais acentuada por causa do uso de reservas estratégicas. Ainda assim, ele disse que o cenário segue frágil e pode piorar se o conflito entre Irã e Estados Unidos continuar e o fluxo da commodity for interrompido.
Leia mais:
Dólar fecha de lado aos R$ 4,89 com indefinição sobre rumo da guerra entre EUA e Irã
Solução para dívida dos EUA pode deixar milhões sem trabalho, diz estudo
Irã diz que está pronto para responder a ataques em meio a tensão com os EUA
De acordo com ele, parte do petróleo segue circulando porque embarcações que deixaram a região antes do agravamento do conflito ainda estão em trânsito.
O especialista também avaliou o papel da China no cenário global. Para Rudzit, embora Pequim possa se beneficiar do desgaste diplomático dos Estados Unidos, uma recessão global não interessa ao governo chinês.
“Uma crise profunda afetaria a economia chinesa também, que é tudo que Xi Jinping não quer. O foco central da reunião com Trump será a guerra comercial, a troca de chips e a abertura de mercado”, afirmou.
Rudzit também alertou para possíveis impactos das negociações entre Estados Unidos e China sobre o agronegócio brasileiro. Segundo ele, produtores de soja devem acompanhar de perto uma eventual tentativa americana de retomar vendas ao mercado chinês.
Siga o Times Brasil no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Seguir no Google“Aqui é bom os produtores de soja brasileiros ficarem atentos, porque Trump vai querer que a China volte a comprar soja dos Estados Unidos. A guerra não vai ser o ponto central, mas sim essa relação comercial entre os dois países”, disse.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Mais lidas
1
Copa do Mundo 2026: qual o valor estimado da cerimônia de abertura?
2
Copa do Mundo 2026: confira programação, jogos e cerimônia de abertura
3
Sócios da Naskar deram golpe de R$ 6 milhões na Unidas com a venda de caminhões alugados
4
EUA devolvem quase US$ 22 bilhões em tarifas após decisão judicial
5
Anthropic lança o Claude Fable 5, sua inteligência artificial mais poderosa