Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Irã propõe reabrir Estreito de Ormuz em dois dias se EUA aceitarem condições
Publicado 02/11/2026 • 09:05 | Atualizado há 35 minutos
Defesa, saúde, criptomoedas e inteligência artificial: como as eleições de meio de mandato podem mexer com o mercado de ações nos Estados Unidos
Futuros das bolsas de Nova York sobem com queda do petróleo; investidores aguardam balanço da Apple e eleições nos EUA
Por que a IA está impulsionando os negócios de publicidade da Meta enquanto prejudica as buscas do Google?
Setor de criptomoedas investe mais de US$ 200 milhões nas eleições dos EUA para pressionar por regras favoráveis
Justiça dos EUA rejeita ação de Trump contra The Wall Street Journal por suposta carta a Epstein
Publicado 02/11/2026 • 09:05 | Atualizado há 35 minutos
KEY POINTS
U.S. Navy / Wikimedia Commons (domínio público)
O Estreito de Ormuz é uma das principais rotas mundiais para o transporte de petróleo e gás.
O Irã afirmou nesta segunda-feira (2) que pode reabrir o Estreito de Ormuz em dois dias caso os Estados Unidos aceitem suas condições. A passagem marítima, essencial para o transporte mundial de petróleo e gás, permanece bloqueada por Teerã desde o início da guerra.
Segundo o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores iraniano, Esmaeil Baqaei, a redução do prazo demonstra a “boa-fé” do país. Uma proposta anterior previa a reabertura seis dias depois de uma resposta americana.
Entre as exigências iranianas estão um cessar-fogo regional, a liberação de ativos bloqueados no exterior, o fim das sanções ao setor petrolífero e a suspensão do bloqueio americano aos portos do país. Teerã também pede a redução da presença militar dos Estados Unidos no Oriente Médio e uma nova rota para a passagem de navios por Ormuz.
Baqaei disse que as mensagens entre os dois países continuam sendo trocadas por meio de mediadores, mas ressaltou que os próximos passos dependem da resposta de Washington.
Leia também: Irã mantém possibilidade de diálogo com os EUA e condiciona reabertura de Ormuz ao fim de bloqueio naval
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCO Estreito de Ormuz liga o Golfo Pérsico ao Golfo de Omã e funciona como uma das principais rotas do comércio mundial de energia. Antes da guerra, passavam pela região cerca de 20% do petróleo e aproximadamente 25% do gás natural liquefeito (GNL) comercializados no mundo, segundo Artur Horta, head de operações e análise da The Link Investimentos.
A interrupção do tráfego reduz a oferta disponível, encarece fretes e seguros marítimos e pressiona os preços internacionais do petróleo. O efeito pode chegar à inflação de diferentes países por meio dos combustíveis, dos transportes e dos custos de produção.
Uma reabertura efetiva, portanto, poderia diminuir parte do prêmio de risco incorporado ao petróleo. O impacto dependeria, porém, das condições de navegação e da velocidade de normalização do fluxo de navios.
A proposta ocorre em meio a novas ameaças americanas. No domingo (1º), o presidente Donald Trump voltou a admitir a possibilidade de retomar os ataques contra o Irã.
Teerã afirmou que qualquer nova ofensiva receberá uma resposta “contundente, imediata e global”. Estados Unidos e Israel têm ameaçado retomar as operações militares, apesar da redução dos confrontos desde setembro.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
PlayStation resgata visual dos anos 1990; conheça os novos acessórios
2
Leilão do Banco Master reúne 447 lotes, de cadeiras Herman Miller a TV de 98 polegadas, com lances a partir de R$ 21; veja os itens
3
Protestos e acusações de golpe mergulham Polônia em nova crise institucional
4
Banco Central decreta liquidação da MW Pay, instituição ligada a bets, por violações graves às normas do sistema de pagamentos
5
Trump descarta encontro com Flávio Bolsonaro, mas diz que senador pode ficar nos EUA “pelo tempo que quiser”
Defesa, saúde, criptomoedas e inteligência artificial: como as eleições de meio de mandato podem mexer com o mercado de ações nos Estados Unidos
Futuros das bolsas de Nova York sobem com queda do petróleo; investidores aguardam balanço da Apple e eleições nos EUA