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Ouro fecha em queda com foco em negociações entre EUA e Irã
Publicado 26/02/2026 • 16:06 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 26/02/2026 • 16:06 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Getty Images
Ouro
O contrato mais líquido do ouro fechou em queda nesta quinta-feira (26), em movimento de realização dos ganhos recentes, enquanto investidores aguardam os resultados da nova rodada de negociações entre os Estados Unidos e o Irã sobre o programa nuclear iraniano. O mercado também mantém no radar os desdobramentos da política comercial dos EUA e sinalizações da trajetória de juros pelo Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano).
Na Comex, divisão de metais da bolsa de Nova York (Nymex), o ouro para abril encerrou em queda de 0,61%, a US$ 5.194,20 por onça-troy.
Já a prata para março teve queda de 4,38%, a US$ 86,998 por onça-troy.
As negociações entre Washington e Teerã foram iniciadas no início da manhã e se seguiam até a tarde.
Segundo informações da Al Jazeera, um alto funcionário iraniano disse que a proposta do Irã focou na suspensão de sanções dos EUA e descartou o possível fim de enriquecimento de urânio, defendido como um direito soberano.
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Em análise, o ING menciona que qualquer escalada nas tensões entre os dois países provavelmente dará ainda mais suporte e reforçará o papel do ouro como proteção contra choques. Ao mesmo tempo, os analistas do banco holandês mencionam que os fatores estruturais que impulsionaram a alta anterior do ouro permanecem firmes.
Nesta quinta-feira, o diretor do Fed Stephen Miran voltou a defender cortes agressivos nos juros americanos e demonstrou apoio para um cenário de quatro reduções que totalizem um ponto porcentual de afrouxamento da política monetária. Durante entrevista, ele descartou um “problema inflacionário”. Cortes nos juros costumam beneficiar os preços do metal precioso.
Ainda no noticiário dos EUA, o Politico disse, por fontes, que autoridades da administração do presidente dos EUA, Donald Trump, avaliam estratégias legais que permitam que o governo retenha bilhões de dólares em receitas tarifárias que foram consideradas como ilegais pela Suprema Corte.
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