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Petróleo fecha em queda com temores de oferta abundante; entenda
Publicado 26/01/2026 • 18:14 | Atualizado há 6 meses
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Publicado 26/01/2026 • 18:14 | Atualizado há 6 meses
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Agência Brasil
Plataforma de petróleo
O petróleo fechou em queda nesta segunda-feira (26), refletindo os temores de uma oferta excessiva da commodity frente ao aumento de embarques da Venezuela e sob expectativas para a próxima reunião da Organização de Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+).
Investidores monitoram ainda o impacto da forte tempestade de inverno nos Estados Unidos sobre a produção e as tensões geopolíticas.
Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o petróleo WTI para março fechou em queda de 0,72% (US$ 0,44), a US$ 60,63 (cerca de R$ 320,13, na cotação atual) o barril. Já o Brent para abril, negociado na Intercontinental Exchange (ICE), caiu 0,46% (US$ 0,30), a US$ 64,77 (R$ 341,99) o barril.
Segundo a Bloomberg, delegados da Opep+ afirmaram que o cartel deve seguir os planos de manter a produção estável em março, enquanto o grupo lida com um excedente global e uma onda de riscos geopolíticos. Ainda conforme o veículo, a Chevron aumentou sua frota para transportar óleo venezuelano aos EUA, enquanto o Cazaquistão retomou operações no oleoduto do Cáspio — responsável por 90% da produção do país.
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Siga o Times | CNBCOs temores sobre a oferta pressionaram os preços e se sobrepuseram a notícias de danos provocados pela tempestade de inverno nos EUA, cuja onda de frio ameaça a produção doméstica de energia. Para o Price Futures Group, o mercado segue em estado de alerta. Também pesando sobre as cotações, aumentou no fim de semana a preocupação com um possível novo shutdown governamental norte-americano após resistência democrata ao orçamento.
Limitando as perdas, a Ucrânia lançou novo ataque contra uma refinaria da Rússia, apesar do andamento das negociações para um acordo de paz. No radar geopolítico, um porta-aviões dos EUA chegou ao Oriente Médio, ampliando as opções da administração Trump para um possível ataque ao Irã.
Além disso, incertezas sobre a Groenlândia levaram a União Europeia a adiar a votação do acordo comercial com os EUA, enquanto o governo republicano ameaçou tarifas de 100% sobre o Canadá. Na visão do SEB, essas tensões devem dar suporte aos preços no curto prazo.
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