Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Escalada no petróleo pode levar Brent a US$ 120 e reacender risco de choque global, diz chefe global do Citi
Publicado 24/03/2026 • 14:26 | Atualizado há 7 meses
Ações da Alphabet despencam 10% após empresa manter previsão de investimentos para 2026
Oracle dispara 13% após projetar receita de R$ 1,2 trilhão para 2030
Fed mantém juros entre 3,75% e 4% apesar da inflação persistente
Oracle integra ChatGPT e Codex a seus aplicativos e amplia linha de chips para computação em nuvem
Google muda estratégia na nuvem e recorre a parceiros para vender mais chips de IA
Publicado 24/03/2026 • 14:26 | Atualizado há 7 meses
KEY POINTS
Max Layton, chefe global de pesquisa de commodities do Citi
A intensificação das tensões no Oriente Médio pode levar a uma disparada nos preços do petróleo nas próximas semanas, com potencial de provocar um choque global semelhante ou até mais intenso, segundo Max Layton, chefe global de pesquisa de commodities do Citi.
No cenário-base, o especialista projeta que o Brent, atualmente ao redor de US$ 100, deve avançar para cerca de US$ 120 no curto prazo.
Leia também: Presidente do Citi Brasil deixa cargo e será 1º brasileiro a ocupar posto global no banco
“Esperamos que os preços subam para 120 nas próximas semanas”, afirmou. Em uma hipótese mais otimista, ainda sob estresse, os preços poderiam atingir níveis ainda mais elevados. “No cenário otimista sobe para 150 no Brent, o que implica um preço total de cerca de 160”, disse, em entrevista à CNBC.
Apesar da pressão de curto prazo, a expectativa central é de acomodação ao longo do segundo semestre, caso haja desescalada do conflito. “Depois de olharmos o precipício, vamos ver valores em torno de 80 até o fim do ano, alinhado com os futuros”, afirmou.
O cenário mais extremo, no entanto, envolve uma interrupção prolongada no fluxo de petróleo, especialmente se houver bloqueio do Estreito de Ormuz, uma das principais rotas globais de escoamento da commodity.
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCLeia também: Citi prepara serviço de custódia de criptoativos em 2026, enquanto Wall Street mergulha mais fundo em ativos digitais
Nesse caso, os preços poderiam atingir níveis comparáveis aos picos históricos. “São necessários cerca de 200 a 210, aproximadamente o que vimos em meados de 2008”, disse Layton, ponderando que isso exigiria um bloqueio por mais de dois meses.
Layton destaca ainda que a duração do choque é um fator crítico. “Esse choque é, na verdade, maior na perda de volume do que o que vimos nos anos 70. A questão é a duração”, afirmou.
Segundo ele, um período de dois a três meses de disrupção já seria suficiente para reproduzir os efeitos combinados dos choques petrolíferos daquela década.
O impacto econômico de um movimento dessa magnitude seria significativo. “Preços altos de energia depois geram quedas nos preços da energia por conta da destruição econômica que isso acarreta”, disse, ao lembrar que o pico do petróleo em 2008 contribuiu para uma recessão global severa.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
Flávio Bolsonaro nos EUA: como funciona a extradição entre Brasil e Estados Unidos
2
Nos EUA, Flávio Bolsonaro diz que houve fraude na eleição
3
Flávio republica carta e retira trecho em que se dizia ‘verdadeiro presidente eleito’ do Brasil
4
Tarcísio diz que aconselhou Flávio a ficar no Brasil após derrota para Lula
5
Plano para Flávio Bolsonaro deixar o país foi articulado semanas antes do resultado do 2º turno