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Escalada no petróleo pode levar Brent a US$ 120 e reacender risco de choque global, diz chefe global do Citi
Publicado 24/03/2026 • 14:26 | Atualizado há 4 semanas
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Publicado 24/03/2026 • 14:26 | Atualizado há 4 semanas
KEY POINTS
Max Layton, chefe global de pesquisa de commodities do Citi
A intensificação das tensões no Oriente Médio pode levar a uma disparada nos preços do petróleo nas próximas semanas, com potencial de provocar um choque global semelhante ou até mais intenso, segundo Max Layton, chefe global de pesquisa de commodities do Citi.
No cenário-base, o especialista projeta que o Brent, atualmente ao redor de US$ 100, deve avançar para cerca de US$ 120 no curto prazo.
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“Esperamos que os preços subam para 120 nas próximas semanas”, afirmou. Em uma hipótese mais otimista, ainda sob estresse, os preços poderiam atingir níveis ainda mais elevados. “No cenário otimista sobe para 150 no Brent, o que implica um preço total de cerca de 160”, disse, em entrevista à CNBC.
Apesar da pressão de curto prazo, a expectativa central é de acomodação ao longo do segundo semestre, caso haja desescalada do conflito. “Depois de olharmos o precipício, vamos ver valores em torno de 80 até o fim do ano, alinhado com os futuros”, afirmou.
O cenário mais extremo, no entanto, envolve uma interrupção prolongada no fluxo de petróleo, especialmente se houver bloqueio do Estreito de Ormuz, uma das principais rotas globais de escoamento da commodity.
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Nesse caso, os preços poderiam atingir níveis comparáveis aos picos históricos. “São necessários cerca de 200 a 210, aproximadamente o que vimos em meados de 2008”, disse Layton, ponderando que isso exigiria um bloqueio por mais de dois meses.
Layton destaca ainda que a duração do choque é um fator crítico. “Esse choque é, na verdade, maior na perda de volume do que o que vimos nos anos 70. A questão é a duração”, afirmou.
Segundo ele, um período de dois a três meses de disrupção já seria suficiente para reproduzir os efeitos combinados dos choques petrolíferos daquela década.
O impacto econômico de um movimento dessa magnitude seria significativo. “Preços altos de energia depois geram quedas nos preços da energia por conta da destruição econômica que isso acarreta”, disse, ao lembrar que o pico do petróleo em 2008 contribuiu para uma recessão global severa.
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