Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Protestos no Irã já deixaram ao menos 5 mil mortos, diz funcionário do regime
Publicado 18/01/2026 • 15:45 | Atualizado há 10 meses
Apple supera US$ 114 bilhões em receita e encerra 2026 com resultado histórico
Oracle planeja vender US$ 20 bilhões em novas ações e títulos para financiar a expansão de sua área de IA
Anthropic registrou receita de US$ 17 bilhões no terceiro trimestre e prevê US$ 895 bilhões em capex
Defesa, saúde, criptomoedas e inteligência artificial: como as eleições de meio de mandato podem mexer com o mercado de ações nos Estados Unidos
Por que a IA está impulsionando os negócios de publicidade da Meta enquanto prejudica as buscas do Google?
Publicado 18/01/2026 • 15:45 | Atualizado há 10 meses
KEY POINTS
Os protestos no Irã, que acontecem desde o final de dezembro do ano passado, já deixaram ao menos 5 mil mortos, informou um funcionário do regime do país à agência de notícias Reuters. Os confrontos mais intensos, realizados em áreas curdas do país asiático, foram os mais violentos, de acordo com o funcionário, que não quis se identificar. Dos 5 mil mortos, cerca de 500 seriam agentes de segurança.
Um balanço do grupo de direitos humanos Hrana estimou que o número de mortos poderia chegar a 3.308, com outros 4.382 casos ainda sob análise. Desde o início das manifestações, 24 mil prisões teriam sido feitas. Neste sábado (17) o aiatolá Ali Khamenei afirmou que é preciso punir a “espinha dorsal” dos protestos, indicando que iranianos que estivessem contra o regime e ativos na mobilização seriam condenados.
“Não pretendemos levar o país à guerra, mas não perdoaremos os criminosos domésticos”, disse Khamenei a apoiadores em discurso transmitido pela televisão estatal iraniana. “Pela graça de Deus a nação iraniana deve quebrar a espinha dorsal dos revoltosos, assim como quebrou a espinha da revolta”, afirmou.
O ritmo dos protestos diminuiu nos últimos dias, com apenas uma manifestação registrada pela HRANA na quinta-feira. Ao todo, desde 28 de dezembro, foram contabilizados 618 atos em 187 cidades.
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCLeia também: Irã estuda restabelecer o acesso à internet “de forma progressiva”
As manifestações começaram no fim de dezembro, com uma greve convocada pelos comerciantes do Grã-Bazar de Teerã. A insatisfação deriva da alta de preços, consequência da sanções do governo dos Estados Unidos, de Donald Trump, ao programa nuclear persa.
Historicamente, o bazar é um dos principais atores políticos do Irã. Quando seus lojistas estão descontentes, essa raiva costuma se espalhar. Foi assim em 1979, quando o aiatolá Khomeini derrubou o governo do xá Reza Pahlevi e instaurou a revolução islâmica, como descreve o colunista Luiz Raatz.
A onda de protestos – que se espalhou de Teerã para outras cidades importantes – fez Trump insinuar a possibilidade de operação militar no país. O republicano também impôs uma tarifa de 25% a países que fazem comércio com os aiatolás.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
Em semana de decisão do Copom, Lula deve se reunir com Lara Resende, um dos pais do Real e crítico dos juros altos
2
Conmebol define preços de ingressos para final da Libertadores; veja valores
3
Avião cai em área residencial na Flórida e mata 9 pessoas; veja vídeo
4
Leilão do Banco Master reúne 447 lotes, de cadeiras Herman Miller a TV de 98 polegadas, com lances a partir de R$ 21; veja os itens
5
Cotado para a Fazenda, Rafael Fonteles reduziu a dívida do Piauí, mas acumulou déficits