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ABIT rebate acusações de trabalho forçado e critica nova sobretaxa dos EUA sobre têxteis brasileiros
Publicado 24/07/2026 • 11:34 | Atualizado há 33 minutos
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Publicado 24/07/2026 • 11:34 | Atualizado há 33 minutos
KEY POINTS
A Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (ABIT) contestou a justificativa dos Estados Unidos para impor uma nova sobretaxa de 12,5% sobre produtos brasileiros e afirmou que o Brasil possui legislação rígida e mecanismos de fiscalização para combater o trabalho escravo.
A entidade também destacou que a medida eleva para 37,5% a carga tarifária adicional sobre grande parte das exportações do setor, reduzindo a competitividade da indústria.
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A sobretaxa foi anunciada pelos Estados Unidos no contexto de medidas relacionadas ao combate ao comércio de produtos associados ao trabalho forçado. Em resposta, a ABIT afirmou que a alegação não corresponde à realidade brasileira, destacando que o país conta com uma das legislações mais avançadas sobre o tema, além de estruturas permanentes de fiscalização e responsabilização.
A associação também ressaltou que a indústria têxtil e de confecção investe em rastreabilidade, conformidade, sustentabilidade e transparência para atender às exigências dos mercados internacionais.
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Siga o Times | CNBCSegundo a entidade, a nova tarifa se soma aos 25% anunciados anteriormente, elevando os custos para exportadores brasileiros e comprometendo a competitividade das empresas no mercado norte-americano. A ABIT avalia que a medida também pode aumentar os custos para importadores e consumidores dos Estados Unidos e dificultar o fortalecimento das relações comerciais entre os dois países.
A associação defende que questões relacionadas às condições de trabalho sejam tratadas por meio do diálogo institucional e da cooperação técnica, em vez da adoção de barreiras tarifárias. A entidade informou ainda que continuará atuando junto ao Governo Federal, representantes da indústria norte-americana e parceiros comerciais para buscar a revisão das medidas e preservar a previsibilidade nas relações comerciais.
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