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Canadá anuncia tarifa extra de 25% para aço importado, mas deixa EUA de fora
Publicado 16/07/2025 • 15:41 | Atualizado há 10 meses
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Publicado 16/07/2025 • 15:41 | Atualizado há 10 meses
KEY POINTS
CHRIS YOUNG/ASSOCIATED PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
O primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, anunciou nesta quarta-feira (16) a imposição de uma tarifa adicional de 25% sobre as importações de aço de todos os países – exceto os Estados Unidos – quando o produto contiver material “derretido e derramado na China”.
A medida visa proteger a indústria siderúrgica nacional diante do que classificou como práticas desleais. “Vamos estabilizar nosso mercado nacional de aço e deixá-lo longe de tensões comerciais”, afirmou Carney.
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Como parte do pacote, Carney também anunciou que o Canadá reduzirá as cotas tarifárias para produtos siderúrgicos de países que não têm acordo de livre comércio com o país. “Vamos reduzir os níveis de cotas tarifárias de 100% para 50% dos volumes de 2024”, disse o premiê.
“Nos tornamos muito dependentes dos EUA e devemos diversificar relações comerciais”, declarou Carney. Segundo ele, o país tem “potencial de ser nosso maior consumidor de nosso próprio aço” e usará mais insumos nacionais em obras públicas. “Vamos usar mais aço canadense em projetos nacionais”, prometeu.
As novas regras entrarão em vigor até o fim de julho e devem afetar principalmente exportadores asiáticos. Segundo Carney, o Canadá continuará a respeitar os acordos comerciais com países parceiros, mas tomará medidas firmes para garantir a competitividade da produção local.
Carney ainda reconheceu dificuldades nas tratativas com Washington. “Estamos em negociações comerciais duras com os EUA”, afirmou. Ele acrescentou que “não temos um acordo com os EUA ainda pois ainda não chegamos em uma negociação boa para o Canadá e os trabalhadores canadenses”.
O premiê canadense ainda pontuou que o comércio de madeira de coníferas “é uma prioridade nas negociações com os EUA. Gostaria de resolver isso ao mesmo tempo que outras questões comerciais”.
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