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Indústria brasileira pressiona por adiamento de tarifas de 50% sobre importações dos EUA
Publicado 25/07/2025 • 12:08 | Atualizado há 1 ano
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Publicado 25/07/2025 • 12:08 | Atualizado há 1 ano
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Em um momento considerado decisivo para a indústria nacional, o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban, defendeu nesta sexta-feira (25) a prorrogação das novas tarifas de 50% sobre importações de produtos dos Estados Unidos. A medida, que pode entrar em vigor já na próxima semana, tem gerado forte apreensão no setor industrial brasileiro.
Durante reunião do Fórum Nacional da Indústria, Alban destacou que a expectativa da CNI é que as tarifas não sejam implementadas ou, ao menos, que haja uma prorrogação mínima de 90 dias. Segundo ele, o encontro, que reúne mais de 80 associações industriais de todo o país, tem o objetivo de alinhar estratégias e buscar soluções para mitigar os impactos das tarifas.
“Estamos a uma semana da possível entrada das novas tarifas de 50%, a qual eu acredito e espero que não aconteça, ou que sejam suspensas, ou que tenhamos o sucesso do que nós tanto solicitamos, que é a prorrogação mínima de 90 dias”, afirmou Alban.
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Diante da possibilidade de as tarifas serem confirmadas, Alban propôs uma articulação entre empresas brasileiras e norte-americanas como forma de influenciar os respectivos governos. A ideia, segundo ele, é organizar uma comitiva empresarial que, nas próximas semanas, possa visitar os Estados Unidos para sensibilizar os atores envolvidos.
“Nós possamos ser um facilitador, um indutor dessa convergência de negociações, de entendimentos”, explicou o presidente da CNI. Ele reforçou que o objetivo não é interferir diretamente nas negociações governamentais, mas fomentar um ambiente favorável ao diálogo econômico, afastado de pressões políticas ou geopolíticas.
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Siga o Times | CNBCAlban também destacou a importância de preservar a histórica relação comercial entre Brasil e Estados Unidos. Segundo ele, é necessário manter o foco nos interesses econômicos e comerciais das duas nações, evitando desgastes que possam comprometer a parceria estratégica.
“Essa relação tão importante e tão longeva do Brasil e dos Estados Unidos precisa ser preservada”, concluiu.
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