Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Líderes europeus transitam entre esperança e ceticismo com acordo de Trump para a Groenlândia
Publicado 21/01/2026 • 20:41 | Atualizado há 9 meses
Setor de criptomoedas investe mais de US$ 200 milhões nas eleições dos EUA para pressionar por regras favoráveis
OpenAI reduz meta de captação e pretende levantar até US$ 20 bilhões em nova rodada
Justiça dos EUA rejeita ação de Trump contra The Wall Street Journal por suposta carta a Epstein
Binance diz já ter recuperado 90% dos US$ 6,3 bilhões perdidos em ataque hacker e prevê retomar saques no domingo
Petroleiras criticadas por Trump por lucros elevados ampliam ganhos com refino desde agosto, mostram balanços
Publicado 21/01/2026 • 20:41 | Atualizado há 9 meses
KEY POINTS
Harun Ozalp/Anadolu/Getty Images
Trump discursando em Davos
Diversos líderes europeus se pronunciaram ao fim desta quarta-feira (21), sobre a decisão de Donald Trump de recuar das tarifas europeias, bem como as informações de que há um acordo em construção para a Groenlândia.
A primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, saudou, na rede X, o anúncio do presidente americano de suspender a imposição de tarifas, afirmando que a Itália “sempre defendeu, é essencial continuar a promover o diálogo entre as nações aliadas”.
Já o ministro das Relações Exteriores da Dinamarca, Lars Lokke Rasmussen, acolheu com satisfação o anúncio e pontuou que o dia terminou melhor do que começou. “É um bom sinal que Trump não usará a força”, disse a repórteres, mas alertou que o presidente dos Estados Unidos tem “uma ambição que não podemos acomodar”.
Leia mais:
EXCLUSIVO CNBC: Trump afirma que acordo para a Groenlândia com a OTAN envolve direitos minerais para os EUA
Davos: Europa precisa se defender de tarifas dos EUA; é hora de despertar, diz membro do BCE
“É bom que Trump também tenha recuado das tarifas contra nós, que apoiamos a Dinamarca e a Groenlândia. As exigências de mudança de fronteiras receberam críticas merecidas e severas. É por isso que reiteramos que não nos deixaremos chantagear. Parece que nosso trabalho conjunto com os aliados surtiu efeito” escreveu no X a ministra de Relações Exteriores sueca, Maria Stenergard.
O vice-chanceler alemão, Lars Klingbeil, pontuou de forma cautelosa que ainda é muito cedo para concluir que a disputa desestabilizadora entre os EUA e a União Europeia chegou ao fim.
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBC“Após as idas e vindas dos últimos dias, devemos agora esperar para ver quais acordos substantivos serão alcançados entre Mark Rutte e Trump”, disse Klingbeil à emissora alemã ZDF.
De forma semelhante, um alto funcionário da União Europeia informou ao Politico que “seria cético em chamar isso de notícia fantástica”.
O primeiro-ministro dos Países Baixos, Dick Schoof, também reagiu aos anúncios: “é positivo que agora estejamos no caminho para a desescalada”.
Segundo postagem de Schoof no X, é importante que os EUA, Canadá e Europa continuem a trabalhar juntos dentro da Otan para fortalecer a segurança na região do Ártico e combater as ameaças da Rússia e da China.
O líder russo, Vladimir Putin, se contentou em dizer que a questão da posição dos EUA sobre a posse da Groenlândia não é uma preocupação para Moscou.
—
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
PlayStation resgata visual dos anos 1990; conheça os novos acessórios
2
Leilão do Banco Master reúne 447 lotes, de cadeiras Herman Miller a TV de 98 polegadas, com lances a partir de R$ 21; veja os itens
3
Protestos e acusações de golpe mergulham Polônia em nova crise institucional
4
Banco Central decreta liquidação da MW Pay, instituição ligada a bets, por violações graves às normas do sistema de pagamentos
5
Trump descarta encontro com Flávio Bolsonaro, mas diz que senador pode ficar nos EUA “pelo tempo que quiser”