Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Venezuela tem US$ 4 bilhões em ouro no centro de acordo entre governo e oposição
Publicado 19/08/2026 • 22:30 | Atualizado há 2 meses
Bank of America é multado em US$ 1,2 bilhão por violações de lavagem de dinheiro
Funcionário saudita da OpenAI é preso por instalar dispositivo de gravação em seu escritório
S&P 500 fecha estável após balanços de grandes bancos e queda de ações de chips de memória
Ataques a aeroportos colocam a aviação na mira dos conflitos geopolíticos
Delta adia para março estreia de voos à Arábia Saudita após ataques em Riad
Publicado 19/08/2026 • 22:30 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Cerca de 31 toneladas de ouro da Venezuela, avaliadas em aproximadamente US$ 4 bilhões (R$ 20,8 bilhões), ganharam papel central nas negociações entre representantes do governo e da oposição. O ativo permanece nos cofres do Banco da Inglaterra, enquanto as partes discutem um possível acordo com mediação dos Estados Unidos.
As conversas podem abrir caminho para a liberação de ativos venezuelanos que permanecem fora do alcance do país. Segundo fontes próximas às negociações, autoridades britânicas demonstraram disposição para liberar os recursos caso governo e oposição cheguem a um entendimento político.
Leia também: Fluxus, dos irmãos Batista, compra fatia da Petrororaima para se consolidar no mercado venezuelano
A Venezuela manteve durante décadas parte de suas reservas internacionais de ouro em Londres. Em 2011, o então presidente Hugo Chávez iniciou a repatriação desses ativos, mas deixou uma parcela nos cofres britânicos, de acordo com o El País.
A disputa pelo controle das barras ganhou força anos depois. Em 2019, Juan Guaidó se declarou presidente interino e passou a reivindicar o comando de ativos venezuelanos no exterior, enquanto contestava a legitimidade do governo de Nicolás Maduro.
A questão envolvendo o ativo chegou à Justiça britânica e envolveu diferentes representantes políticos e instituições venezuelanas. Durante esse período, Londres manteve o ouro fora do alcance do governo Maduro.
O cenário envolvendo o ouro venezuelano mudou após Estados Unidos e Reino Unido reconhecerem a presidência interina de Delcy Rodríguez. Ela assumiu o cargo após a captura de Nicolás Maduro pelas tropas americanas.
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCCom essa mudança, fontes próximas às conversas afirmam que Londres pode autorizar a liberação do ouro caso as partes fechem um acordo.
Os Estados Unidos teriam papel importante na administração dos recursos. O uso do dinheiro também dependeria da aprovação do Departamento do Tesouro e do Departamento de Estado dos EUA.
Leia também: Ouro avança com dólar mais fraco e expectativas de Fed mais flexível
Uma das propostas em discussão prevê o retorno dos recursos para necessidades sociais e econômicas do país, principalmente após os danos provocados pelo terremoto deste ano.
De acordo com o presidente da Academia Venezuelana de Ciências Econômicas, Leonardo Vera, o governo pretende direcionar parte do dinheiro para moradias, escolas e centros de saúde.
Além disso, a situação econômica atual da Venezuela aumenta a pressão pelo uso desses recursos na reconstrução. Nos últimos anos, o país vem enfrentando uma forte crise financeira.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
DECISÃO 2026: Flávio Bolsonaro tem 55% dos votos válidos contra 45% de Lula no segundo turno, aponta pesquisa Gerp
2
Lotofácil: concurso 3.803 tem prêmio de R$ 2 milhões; confira o resultado
3
Brasil pode superar os Estados Unidos e se tornar maior exportador agrícola do mundo em 2026
4
Médicos acionistas da Oncoclínicas cobram auditoria e questionam gestão em meio à crise financeira
5
DECISÃO 2026: Flávio tem 53,1% dos votos válidos contra 46,9% de Lula, aponta pesquisa DataTrends