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G7 discute nesta segunda liberar reservas de petróleo para conter disparada dos preços
Publicado 09/03/2026 • 10:51 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 09/03/2026 • 10:51 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Os ministros das Finanças do G7 vão discutir nesta segunda-feira (9) a possibilidade de liberar parte das reservas estratégicas de petróleo em uma ação coordenada para tentar conter a forte alta dos preços da commodity.
A medida surge em meio ao aumento das tensões no Oriente Médio e ao risco de interrupções prolongadas no transporte marítimo na região.
A reunião acontece por teleconferência às 8h30, no horário de Nova York, e contará também com a participação de Fatih Birol, diretor executivo da Agência Internacional de Energia (AIE), segundo pessoas familiarizadas com o tema.
>> Acompanhe a cobertura em tempo real da guerra no Oriente Médio
A iniciativa ganhou força depois que os preços do petróleo subiram mais de 25% nesta segunda-feira, alcançando os níveis mais altos desde meados de 2022.
O movimento reflete a redução da oferta por alguns grandes produtores e o aumento das preocupações com a escalada do conflito entre Estados Unidos e Israel contra o Irã.
De acordo com fontes ouvidas pelo Financial Times, três países do G7, incluindo os Estados Unidos, já manifestaram apoio à ideia de uma liberação coordenada das reservas.
Leia também: Petrobras avança 6,5% em Nova York com disparada do petróleo acima de US$ 100
Os 32 países membros da AIE mantêm estoques estratégicos de petróleo como parte de um sistema coletivo de emergência criado para enfrentar choques no mercado energético.
Autoridades americanas avaliam que uma ação conjunta poderia liberar entre 300 milhões e 400 milhões de barris, o equivalente a cerca de 25% a 30% das reservas totais de aproximadamente 1,2 bilhão de barris.
Leia também: Trump: alta do petróleo é “preço pequeno a se pagar” diante de ameaça do Irã
A discussão ocorre em um momento de pressão sobre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, diante do impacto da alta do petróleo sobre os preços de combustíveis no país. O preço médio da gasolina nos EUA chegou a US$ 3,45 por galão no domingo, ante US$ 2,98 registrados uma semana antes.
A disparada do petróleo também gera preocupação global. Economias dependentes de importação de energia, como China, Índia, Coreia do Sul, Japão, Alemanha, Itália e Espanha, estão entre as mais vulneráveis a choques de preços da commodity.
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