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Alckmin rebate Trump e fala sobre de comércio entre Brasil e EUA: “tem que ser um ganha-ganha”
Publicado 07/07/2025 • 19:41 | Atualizado há 10 meses
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Publicado 07/07/2025 • 19:41 | Atualizado há 10 meses
KEY POINTS
Alckmin rebateu falas de Trump em evento da CNC
Reprodução YouTube/TV Senado.
O vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, rebateu as declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre a possibilidade de novas tarifas sobre produtos brasileiros. A fala foi durante a participação no evento Conecta 2025, promovido pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) em Brasília, nesta segunda-feira (7).
Alckmin destacou que o Brasil já está sujeito à menor tarifa entre os países eventualmente mencionados por Trump (10%), e reforçou que a relação comercial entre as duas nações deve ser vista sob a ótica da complementariedade e não da competição desleal. O comércio internacional é promotor de emprego e de renda, aproxima os povos.
“Tem que ser um ganha-ganha. Você é mais competitivo em um setor, eu compro de você. Eu sou mais competitivo em outro, vendo para você”, ele argumentou.
Ao comentar sobre a balança comercial entre os dois países, Alckmin foi enfático ao afirmar que o Brasil não é problema para os EUA. Segundo ele, os americanos têm déficit comercial global de mais de US$ 1 trilhão (cerca de R$ 5,49 trilhões, na cotação atual), mas mantêm superávit com o Brasil: US$ 18 bilhões em serviços (R$ 98,82 bilhões) e US$ 7 bilhões (R$ 38,43 bilhões) em bens.
Dos dez produtos que os EUA mais exportam para o Brasil, oito têm tarifa de importação zero, ele pontuou.
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O vice-presidente ainda reiterou a importância de fortalecer o diálogo bilateral, defendendo que os países avancem em alternativas para ampliar o comércio exterior. “O caminho é o que já está sendo feito: diálogo e busca por complementariedade econômica. Os EUA são o maior investidor no Brasil, e só têm a ganhar com essa parceria”.
Durante o Conecta 2025, que reúne representantes das Federações do comércio de todo o país, Alckmin também destacou a relevância do setor terciário, comércio, serviços e turismo, para a economia nacional.
Ele solicitou ao presidente da CNC, José Roberto Tadros, que encaminhe ao Governo Federal, ao fim do evento, propostas e críticas do setor, enfatizando seu papel gerador de emprego e renda.
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