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Banco Master: Mendonça autoriza PF a retomar investigação no STF
Publicado 20/02/2026 • 08:10 | Atualizado há 3 semanas
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Publicado 20/02/2026 • 08:10 | Atualizado há 3 semanas
Foto: reprodução
Banco Master: quais empresas fazem parte do conglomerado investigado
O caso Master voltou a avançar no Supremo Tribunal Federal (STF). O ministro André Mendonça autorizou nesta quinta-feira (19) que a Polícia Federal (PF) retome as investigações sobre supostas fraudes envolvendo o banco.
A decisão ocorre uma semana após o ministro Dias Toffoli deixar a relatoria do inquérito, que passou a ser conduzido por Mendonça.
Segundo o ministro, a PF poderá retomar perícias e diligências, incluindo a coleta de depoimentos de investigados e testemunhas nas dependências da corporação.
“A adoção do fluxo ordinário de trabalho pericial da instituição e a realização de diligências ordinárias que se façam eventualmente necessárias estão autorizadas”, afirmou.
Leia também: Caso Master: Mendonça redefine regras da investigação e libera perícia em 100 dispositivos eletrônicos
No âmbito do inquérito do Master, a Polícia Federal informou que realiza perícia em cerca de 100 dispositivos eletrônicos apreendidos.
A corporação pediu autorização para compartilhar internamente o material com outras áreas técnicas, a fim de acelerar a análise.
De acordo com a PF, apenas um perito levaria cerca de 20 semanas para examinar todo o conteúdo.
Mendonça autorizou o compartilhamento dentro da instituição, desde que o sigilo seja preservado. O ministro determinou que apenas autoridades e agentes diretamente envolvidos tenham acesso às informações, inclusive com restrição em relação a superiores hierárquicos.
O ministro também definiu que qualquer nova investigação relacionada ao Master dependerá de autorização expressa do relator.
Segundo a decisão, a instauração de novo inquérito deverá ser previamente solicitada ao STF, com fundamentação específica, e aguardará deliberação caso a caso.
Antes da mudança na relatoria, Dias Toffoli havia indicado os peritos responsáveis pelas análises e restringido o acesso aos dados da investigação.
Com a decisão de Mendonça, o caso Master retoma o ritmo de diligências no Supremo, agora sob novo comando na Corte.
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