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Bolsas europeias oscilam com queda da Stellantis e atenção a NY
Publicado 06/02/2026 • 07:53 | Atualizado há 8 meses
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Publicado 06/02/2026 • 07:53 | Atualizado há 8 meses
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As bolsas europeias operam sem direção única nesta manhã, com leve tentativa de recuperação em Frankfurt e Londres perto da estabilidade, em um ambiente no qual investidores acompanham sinais de melhora dos futuros de Nova York após perdas recentes em ações de tecnologia.
O pano de fundo inclui preocupações sobre o impacto da inteligência artificial nas receitas de empresas de software e sobre o volume elevado de investimentos no setor.
Por volta das 7h29 (de Brasília), o índice pan-europeu Stoxx 600 avançava 0,09%, aos 612,19 pontos. Londres recuava 0,03%, Paris caía 0,13% e Frankfurt subia 0,18%. Milão perdia 0,36%, Lisboa ganhava 0,38% e Madri avançava 0,4%.
As ações da Stellantis despencavam cerca de 22% tanto em Milão quanto em Paris, pressionando os índices locais, depois que a montadora, dona da marca Jeep, anunciou que registrará encargos contábeis de aproximadamente € 22,2 bilhões.
Segundo a empresa, a baixa está ligada a uma revisão estratégica em seus investimentos em veículos elétricos, em meio a uma demanda mais fraca do que a esperada por carros movidos a bateria, tendência que vem levando outras fabricantes globais a moderar planos no segmento.
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Siga o Times | CNBCNa ponta positiva, Frankfurt era impulsionada pelos papéis da Rheinmetall, que subiam 3,4% após terem recuado mais de 6% na sessão anterior, quando o mercado reagiu a projeções preliminares mais fracas para 2026 em um cenário de menor prêmio geopolítico.
O setor de energia também ajudava a sustentar o índice, com altas da Siemens Energy de 1,95% e da E.ON de 1,23%.
Em Londres, a mineradora Fresnillo subia 2,3%, enquanto o desempenho do setor era misto. A Antofagasta operava estável e a Rio Tinto recuava 0,4%.
Em Paris, as ações do Société Générale caíam 4,7% após a divulgação de resultados trimestrais.
Analistas da Keefe, Bruyette & Woods avaliaram que o balanço pode não ser suficiente para sustentar a performance recente das ações, que haviam subido antes da divulgação. Segundo a casa, os números foram mistos, com lucros impulsionados por impostos e pela área corporativa, enquanto a projeção para o próximo ano foi considerada modesta.
Com resultados corporativos, apostas em tecnologia e revisões estratégicas no setor automotivo, os mercados europeus seguem presos a uma combinação de cautela e seletividade, típica de sessões em que o investidor tenta medir se as quedas recentes abriram espaço para recomposição ou apenas antecipam uma fase mais volátil nos mercados globais.
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