Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
CPMI do INSS: Gilmar Mendes leva ao plenário físico do STF decisão que suspendeu quebra de sigilo de Lulinha
Publicado 13/03/2026 • 17:53 | Atualizado há 2 meses
Às vésperas do encontro de investidores em Omaha, ações da Berkshire Hathaway enfrentam incerteza
Preços do petróleo recuam após Irã enviar nova proposta de paz aos EUA para encerrar guerra
Impasse no Estreito de Ormuz ameaça indústria automotiva de luxo
Ações da AstraZeneca sentem impacto após rejeição de novo medicamento contra o câncer por painel do FDA
CEO da Apple, Tim Cook, alerta para prolongamento da crise de memória: “Vamos avaliar uma série de opções”
Publicado 13/03/2026 • 17:53 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Gilmar Mendes, é ministro do Supremo Tribunal Federal do Brasil
Redes sociais
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), retirou do plenário virtual o julgamento que analisa a decisão do colega Flávio Dino sobre as quebras de sigilo aprovadas pela CPMI do INSS. Com o pedido de destaque, o caso passará a ser examinado em sessão presencial da Corte, em data ainda a ser definida pelo presidente do tribunal, Edson Fachin.
A ação trata de uma liminar concedida por Dino que suspendeu quebras de sigilo bancário e fiscal aprovadas pela comissão parlamentar, entre elas a que atingia o empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Leia também: Vorcaro: sem Toffoli, quatro ministros do STF decidem se mantêm dono do Master na cadeia
Até o momento do pedido de destaque, apenas o próprio Dino havia apresentado voto no plenário virtual, manifestando-se pela confirmação de sua decisão.
O processo chegou ao Supremo por meio de mandado de segurança apresentado pela empresária Roberta Luchsinger, que contestou a decisão da comissão de quebrar seus sigilos bancário e fiscal. Ao analisar o caso, Dino concedeu liminar suspendendo os efeitos da medida.
Posteriormente, após outros investigados pedirem a extensão da decisão, o ministro determinou a suspensão de todas as quebras de sigilo aprovadas de forma conjunta pela comissão, o que acabou também beneficiando Lulinha.
Na decisão, Dino afirmou que comissões parlamentares de inquérito precisam apresentar justificativas individualizadas para medidas invasivas como a quebra de sigilo. Segundo o ministro, esse tipo de providência não pode ser autorizada em bloco, sem análise específica de cada investigado.
Leia também: Banco Master: STF forma maioria para manter Vorcaro preso
Em 26 de fevereiro, a CPMI aprovou de uma só vez 87 requerimentos apresentados por deputados e senadores, incluindo os que determinavam a quebra de sigilo de Luchsinger e de Lulinha. A base do governo contestou o procedimento, mas a decisão da comissão foi mantida pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Mais lidas
1
Sauer: conheça a marca brasileira usada por Meryl Streep na estreia de ‘O Diabo Veste Prada 2’
2
AGOE da Oncoclínicas: o que está em jogo na assembleia que pode definir o futuro da companhia
3
Preço do petróleo atinge recorde em 4 anos; Brent futuro é negociado a US$ 126 por barril desta quinta
4
Frente Corretora de Câmbio é liquidada: o que muda na prática após decisão do Banco Central
5
Tesouro Reserva: quando o valor investido pode ser resgatado? Veja como funciona