Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
DECISÃO 2026: Nunes Marques manda investigar possível disseminação de desinformação no canal de WhatsApp “Exército do Lula”
Publicado 12/10/2026 • 10:10 | Atualizado há 1 hora
CEOs da Intel e da Broadcom alertam que falta de capital pode limitar avanço da IA
CEO do TikTok prevê grandes avanços científicos com IA nos próximos três anos
CEO da Stellantis defende incentivos à produção de carros na Europa diante do avanço chinês
Justiça dos EUA investiga emissoras após suspensão da cobertura de Trump
Trump diz que ‘vai analisar’ a possibilidade de se juntar à Arábia Saudita na luta contra os houthis após ataque em aeroporto
Publicado 12/10/2026 • 10:10 | Atualizado há 1 hora
KEY POINTS
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, determinou nesta segunda-feira (12) uma apuração sobre possíveis práticas de desinformação relacionadas ao canal de WhatsApp “Exército do Lula”, administrado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG). A investigação deverá verificar o conteúdo divulgado pelo grupo e a eventual distribuição coordenada de mensagens em outras plataformas digitais.
A determinação foi encaminhada à Assessoria Especial de Enfrentamento à Desinformação do TSE, que deverá apresentar informações técnicas com urgência. A iniciativa ocorre em meio a uma disputa judicial envolvendo a campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e a do candidato Flávio Bolsonaro (PL), no segundo turno das eleições presidenciais de 2026.
A análise pretende identificar possíveis irregularidades na circulação de publicações eleitorais e reunir elementos para subsidiar decisões da Justiça Eleitoral.
A equipe responsável pela apuração deverá examinar se conteúdos considerados suspeitos foram compartilhados de maneira idêntica ou semelhante em diferentes canais e redes sociais.
Outro ponto da investigação, segundo o UOL, será a identificação de uma eventual atuação organizada para ampliar o alcance dessas mensagens. O tribunal também solicitou informações sobre providências adotadas anteriormente em relação ao caso.
O objetivo é verificar se existem elementos que indiquem riscos à integridade do processo eleitoral.
Nunes Marques também convocou uma reunião com representantes das campanhas de Lula e Flávio Bolsonaro para esta terça-feira (13), em meio às discussões sobre conteúdos publicados durante a disputa presidencial.
Leia também: POLÊMICA NO TSE: Grupo “Exército do Lula” divulgou fake news que a lei obriga a tirar de circulação; veja quais
O novo encaminhamento ocorre após decisões divergentes no próprio TSE sobre o funcionamento do “Exército do Lula”. Em uma ação apresentada pelo senador Flávio Bolsonaro, a campanha do PL pediu a retirada do canal do WhatsApp, sob a alegação de irregularidades nas publicações.
Nunes Marques havia determinado a suspensão do grupo, impedindo a entrada de novos participantes e o envio de mensagens. A decisão foi tomada no domingo (11), cerca de três horas antes do encerramento do prazo concedido para apresentação de defesa.
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCO corregedor-geral eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, posteriormente revogou a restrição por considerar necessária a apresentação de provas mais consistentes antes da aplicação de medidas desse tipo.
Com isso, o canal voltou a funcionar, enquanto a controvérsia foi encaminhada para análise do plenário do TSE, responsável por examinar o caso de forma colegiada.
Antes da nova determinação, Cueva havia solicitado esclarecimentos às partes envolvidas no processo. Lula, André Janones e o vice-presidente Geraldo Alckmin receberam prazo de cinco dias para apresentar suas defesas. A campanha de Flávio Bolsonaro, por sua vez, teve 72 horas para detalhar as supostas irregularidades identificadas nas publicações.
A exigência de informações faz parte da análise judicial sobre os limites da propaganda eleitoral nas plataformas digitais e as condições necessárias para determinar a remoção ou suspensão de conteúdos.
As decisões também ocorrem em um contexto de questionamentos sobre os critérios adotados pela Justiça Eleitoral no combate à desinformação. Integrantes da campanha de Flávio Bolsonaro criticam a condução de processos relacionados a supostos abusos e conteúdos manipulados.
Criado e coordenado pelo deputado André Janones, o “Exército do Lula” é utilizado para divulgar orientações, notícias e links relacionados à campanha e à militância digital do presidente. Após o primeiro turno das eleições, o canal registrou crescimento no número de participantes e chegou a aproximadamente 3,7 milhões de seguidores, conforme os dados divulgados nas reportagens que abordam o caso.
O próprio Lula incentivou publicamente seus apoiadores a acompanharem as publicações do grupo, ampliando a visibilidade do grupo durante a campanha eleitoral.
Em resposta à mobilização digital de apoiadores do presidente, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) criou o canal “Tropa do Flávio”, também no WhatsApp, voltado à divulgação de conteúdos favoráveis ao candidato do PL. O grupo reúne cerca de 1,4 milhão de seguidores.
A controvérsia envolvendo o “Exército do Lula” será examinada pelo plenário do Tribunal Superior Eleitoral, que deverá avaliar os argumentos apresentados pelas partes e os elementos reunidos durante a apuração técnica. A análise poderá orientar eventuais medidas sobre o funcionamento do canal, conforme as conclusões da Corte.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
DECISÃO 2026: Flávio tem 53,1% dos votos válidos contra 46,9% de Lula, aponta pesquisa DataTrends
2
Após defender Master, Gabriela Prioli sinaliza voto em Lula; mensagens revelam contrato de 12 meses da influenciadora com o banco
3
Antes de ser preso, Vorcaro pesquisou no ChatGPT como afastar diretores do Banco Central
4
DECISÃO 2026: campanha de Flávio Bolsonaro apresenta notícia-crime contra diretor-geral da PF por anúncio de investigação no dia da eleição
5
Caso Master: Fábio Faria afirmou em áudio que Moraes não poderia participar de encontro em Trancoso com Vorcaro, Ciro Nogueira e Hugo Motta