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DF quer acesso a dados fiscais do Master para pedir restituição de rombo no BRB
Publicado 11/09/2026 • 12:00 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 11/09/2026 • 12:00 | Atualizado há 2 meses
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Reprodução
O governo do Distrito Federal (DF) pediu ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), acesso às quebras dos sigilos bancário e fiscal do Banco Master e do Fundo Reag Investimentos. O objetivo é identificar os recursos “subtraídos” do Banco de Brasília (BRB) na tentativa de compra do Master e pedir a restituição dos valores.
A Polícia Federal (PF) vê indícios de que o BRB negociou a transferência de R$ 12,2 bilhões ao Master na compra de “ativos podres” do banco de Daniel Vorcaro.
O tamanho do rombo financeiro para as contas públicas do DF ainda é desconhecido.
A operação foi rejeitada pelo Banco Central (BC) e hoje é investigada pelo Supremo por fraude. O presidente do BRB na época, Paulo Henrique Costa, está preso preventivamente.
Leia também: Caso Master: servidor do BC tratava demandas de Vorcaro como “prioridade absoluta”, aponta investigação
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Siga o Times | CNBCNa petição apresentada na quinta-feira, 10, ao Supremo, o DF aponta “indícios e evidências (…) de que crimes foram perpetrados em desfavor do Banco Regional de Brasília”.
Segundo o DF, o Master foi usado para a prática de diversos delitos, e por isso o patrimônio do banco é passível de “restituição imediata”.
Para tentar socorrer o BRB, o DF foi ao Supremo para obrigar a União a avalizar um empréstimo de até R$ 6,6 bilhões com o Fundo Garantidor de Créditos (FGC).
O governo de Celina Leão (PP) chegou a fechar um acordo com a União que previa a garantia dos grandes bancos, mas a operação enfrentou obstáculos e não avançou.
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