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ANP libera parcialmente as operações da refinaria de Manguinhos
Publicado 25/10/2025 • 19:05 | Atualizado há 7 meses
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Publicado 25/10/2025 • 19:05 | Atualizado há 7 meses
KEY POINTS
Refinaria Refit (Manguinhos), no Rio
Divulgação
A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) liberou parcialmente, neste sábado (25), as instalações da Refinaria de Petróleo de Manguinhos (Refit), após a empresa comprovar o atendimento de 10 dos 11 condicionantes apontados na fiscalização realizada pelo órgão nos dias 25 e 26 de setembro. Na ocasião, a ANP havia determinado a interdição cautelar de toda a área produtora de derivados da refinaria.
As instalações liberadas incluem as áreas de movimentação, tancagem, expedição e carregamento de produtos. Foi mantida, porém, a interdição da torre de destilação, até que a Refit comprove a necessidade do uso das colunas de destilação na produção de gasolina.
Com a decisão, a empresa está autorizada a realizar a formulação de combustíveis, além da movimentação e comercialização de produtos e insumos próprios e de terceiros, desde que sejam respeitadas as normas regulatórias aplicáveis. O pedido de liberação total das instalações segue para apreciação da Diretoria Colegiada da ANP, responsável por deliberar, em segunda instância, sobre as decisões técnicas do órgão.
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A Refit foi alvo da Operação Carbono Oculto e teve quatro navios com carga apreendida, sendo interditada pela ANP em 26 de setembro por suspeita de importação irregular de gasolina e por não refinar petróleo, apesar de usufruir de benefícios tributários destinados à atividade de refino.
De acordo com as investigações, o Primeiro Comando da Capital (PCC) utilizava redes de postos de combustíveis e instituições financeiras instaladas na Avenida Faria Lima, em São Paulo, para lavar dinheiro do crime. Parte do combustível que abastecia os postos ligados à facção seria produzido na refinaria e comercializado por distribuidoras associadas à Refit, segundo a Polícia Federal.
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