Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
CPMI do INSS pode revelar esquema maior com lavagem via Banco Master, diz Viana
Publicado 19/03/2026 • 10:10 | Atualizado há 5 meses
Conselho Municipal de Nova York anuncia investigação sobre estratégias de marketing de plataformas de mercados de previsão
Tencent supera expectativa de receita no 2º trimestre com games e publicidade impulsionada por IA
Ataque houthi mata seis no Mar Vermelho; EUA atingem navio porta-contêineres
Maior fundo soberano do mundo tem lucro recorde de US$ 184 bilhões e revela participação na SpaceX
Por que o plano de financiamento de IA de US$ 500 bilhões de Jensen Huang enfrenta um grande risco na China?
Publicado 19/03/2026 • 10:10 | Atualizado há 5 meses
Reprodução/TV Senado
Senador Carlos Viana (Podemos-MG), presidente da CPMI do INSS
O presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana, afirmou nesta quinta-feira (19) que há indícios de que o escopo das investigações pode ser maior do que o inicialmente previsto, incluindo suspeitas de lavagem de dinheiro e envolvimento de diferentes esferas de poder.
Segundo ele, a comissão começou apurando irregularidades em empréstimos consignados, mas o quadro evoluiu. “Nós começamos com empréstimos consignados com associações e, de repente, descobrimos que parte dos investigados lavaram dinheiro usando o Banco Master, ou seja, o escândalo é muito maior do que a gente imaginava”, declarou em entrevista à jornalistas.
O senador também afirmou ter possíveis conexões com agentes públicos. “Envolve parlamentares, sim, envolve pessoas ligadas ao Judiciário, sim, e isso tudo tem sido usado como pressão para tentar impedir que a CPMI avance”, disse.
Viana defendeu a prorrogação dos trabalhos da comissão, atualmente prevista para terminar no fim de março. “Eu estou com muita confiança de que nós vamos conseguir prorrogar para o bem do Brasil, porque essa não é uma CPMI que veio para ser burocrática, palanque político ou para simplesmente fingir que houve uma investigação”, afirmou.
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCEle disse esperar uma decisão favorável do Supremo Tribunal Federal sobre o tema. “Nós temos as assinaturas necessárias e o Brasil quer a prorrogação, quer saber o que aconteceu”, declarou.
O parlamentar também criticou a atuação de instituições financeiras no crédito consignado, apontando falta de controle e reclamações recorrentes de consumidores. “O dinheiro [é liberado] sem qualquer auditoria, sem qualquer regra. Os bancos […] emprestam a bel-prazer dos juros que entendem”, disse. Segundo ele, “são milhares de brasileiros que reclamam, que não autorizaram os empréstimos, que não têm onde reclamar”.
Sobre o objetivo da CPMI, Viana afirmou que a intenção é propor mudanças regulatórias e responsabilizar envolvidos. “O nosso objetivo é criar regras que protejam o aposentado e que acabem com esse desequilíbrio nos empréstimos consignados no Brasil”, afirmou. Ele acrescentou que a comissão pretende “colocar na cadeia quem roubou os aposentados brasileiros”.
Ao comentar a atuação de órgãos de investigação, o senador defendeu a autonomia da comissão. “A Polícia Federal faz um grande trabalho, mas ela não é superior à CPMI em absolutamente nada. Pelo contrário, ela nos ajuda nas investigações como órgão colaborador”, disse.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
Caso ‘Master Capixaba’ faz CVC despencar na Bolsa e enfrentar crise da sócia às vésperas do balanço
2
Quem é o dono da Apex Partners envolvida no caso ‘Master Capixaba’
3
Master Capixaba: Apex Partners – sócia da CVC – consegue proteção judicial para não pagar R$ 985 milhões em dívidas
4
Caso ‘Master capixaba’: mercado vê rombo multimilionário em operação da Apex Partners para compra da CVC
5
PF pede bloqueio de bens da Gerdau após meses de contaminação em praia de Salvador