Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Inflação recua em abril, mas comida e remédio ainda pesam no bolso do brasileiro
Publicado 12/05/2026 • 09:10 | Atualizado há 2 meses
Venezuela recebe 1.600 socorristas estrangeiros em busca urgente por sobreviventes do terremoto
Boom da IA dispara demanda por turbinas de US$ 250 milhões da GE Vernova
CEO da Berkshire Hathaway, Greg Abel faz juramento como cidadão americano em um jogo de beisebol
Hollywood vive melhor verão desde a pandemia e projeta faturamento histórico
Space X, de Elon Musk, passará a integrar o índice Nasdaq-100
Publicado 12/05/2026 • 09:10 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
Helio Montferre/Ipea
A inflação perdeu força em abril, mas os preços de alimentos e medicamentos continuaram pressionando o orçamento dos brasileiros. O IPCA subiu 0,67% no mês, abaixo dos 0,88% registrados em março, segundo dados divulgados nesta terça-feira (12) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). No acumulado de 12 meses, o índice chega a 4,39%.
Alimentação e saúde juntos responderam por cerca de dois terços do resultado. Só em casa, os alimentos subiram 1,64%, puxados pela cenoura (26,63%), pelo leite longa vida (13,66%) e pela cebola (11,76%).

Segundo José Fernando Gonçalves, gerente do IPCA no IBGE, o clima mais seco reduz o pasto, eleva o custo com ração e, no fim, encarece o leite. A alta dos combustíveis também entra na conta, pelo impacto no frete. “Alguns alimentos, de forma geral, apresentam uma restrição de oferta, o que provoca um aumento no nível de preços”, disse.
Na ponta contrária, café moído (-2,30%) e frango em pedaços (-2,14%) ajudaram a segurar o índice de alimentos. Comer fora ficou 0,59% mais caro.
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCNo grupo saúde e cuidados pessoais, o destaque foi o reajuste de medicamentos, autorizado em até 3,81% a partir de 1º de abril, que levou os produtos farmacêuticos a subirem 1,77%. Perfumes (1,94%) e artigos de higiene pessoal (1,57%) também pressionaram o grupo, que acumula 2,91% no primeiro quadrimestre, ligeiramente acima dos 2,83% do mesmo período de 2025.
Gonçalves aponta que o reajuste de remédios foi menor do que no ano passado (limite de 5,09%) e que o dólar está menos pressionado agora, o que ajuda a indústria farmacêutica.
No grupo habitação (0,63%), o gás de botijão subiu 3,74% e a energia elétrica avançou 0,72%, absorvendo reajustes tarifários em cidades como Rio de Janeiro, Campo Grande, Salvador, Recife, Aracaju e Fortaleza.
Enquanto isso, transporte foi o grupo que mais aliviou o índice: passou de 1,64% em março para apenas 0,06% em abril. A passagem aérea despencou 14,45%, e o ônibus urbano recuou 1,13%, por conta de gratuidades e reduções tarifárias aos domingos e feriados em diversas capitais.
Mesmo assim, a gasolina ainda subiu 1,86%, desacelerando frente aos 4,59% de março, e seguiu como o item de maior impacto individual no índice (0,10 p.p.). Diesel (4,46%) também chamou atenção.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
Quando é o sorteio da Quina de São João? Veja valor do prêmio
2
Quina de São João 2026: quanto rende o prêmio de R$ 260 milhões na poupança?
3
GTA VI deve atingir arrecadação bilionária somente na pré-venda; veja
4
Saiba por que o Claude Fable 5 foi proibido e como isso afeta a Anthropic
5
EUA atacam o Irã após Trump acusar Teerã de violar o cessar-fogo no Estreito de Ormuz