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Se petróleo cair, combustíveis terão redução, diz Magda Chambriard
Publicado 27/05/2025 • 13:01 | Atualizado há 12 meses
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Publicado 27/05/2025 • 13:01 | Atualizado há 12 meses
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Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
A presidente da Petrobras, Magda Chambriard
A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, disse na segunda-feira (26) que tanto a gasolina quanto o diesel estão abaixo do preço de paridade internacional, e que a empresa pode reduzir seus preços nas refinarias caso a cotação do petróleo continue caindo.
“O acompanhamento dos preços é uma constante na Petrobras. Nós olhamos isso a cada 15 dias. E também buscamos eliminar a volatilidade do mercado. A gente tem visto os preços do petróleo caírem, a gente tem visto o real se valorizar. E, por óbvio, acompanhamos também o market share dos nossos produtos”, declarou Magda a jornalistas, após participar do evento Nova Indústria Brasil, em comemoração ao Dia da Indústria, no BNDES, no Rio de Janeiro.
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“Tanto a gasolina quanto o diesel estão abaixo do preço de paridade internacional. Então, por enquanto, o que nós estamos é acompanhando. Se cair mais o preço do petróleo, por certo vamos reduzir o preço dos combustíveis. Eu não estou falando só da gasolina, não. Eu estou falando da gasolina, do diesel, do QAV (querosene de aviação), do GLP, enfim, o que nós fazemos é um acompanhamento constante”, disse.
Segundo a executiva, no momento, a empresa está “confortável” com o patamar de preços. “Nesse momento, nós estamos confortáveis com o preço da gasolina e do diesel, o que não quer dizer que nós não vamos seguir acompanhando e verificando as tendências de aumento, as tendências de diminuição e o fornecimento dos nossos produtos em todas as refinarias brasileiras”, declarou.
Questionada sobre se já é possível esperar uma redução no querosene de aviação, reajustado todo mês, Magda disse que pode haver redução já no próximo anúncio, previsto para o dia 1.º de cada mês, caso a cotação do barril do petróleo Brent – referência no mercado brasileiro – baixe e o real se valorize. “Não fiz a conta ainda, mas, se o preço do Brent baixou e se o câmbio se valorizou, tem tudo para ter redução.”
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